quinta-feira, 18 de abril de 2019

LIÇÃO 3: ENTRANDO NO TABERNÁCULO: O PÁTIO



SUBSÍDIO I

O Pátio

O Pátio é como se fosse um redil de ovelhas. O pastor das ovelhas fica durante as noites neste redil como guardião do seu rebanho; assim também é o Deus de Israel (Yahweh), que desejava ficar no meio do seu povo. O Tabernáculo seria o seu redil no meio de Israel. Então, Ele mesmo propõe a Moisés construir uma morada especial no meio das tribos de Israel. Disse o Senhor a Moisés: “E me farão um santuário, e habitarei no meio deles” (Êx 25.8). Em síntese, Deus desejou morar com os homens.
A porta foi especialmente desenhada e construída para servir de entrada e saída ao acesso do povo naquele local. Portanto, o acesso restringia-se à parte exterior do pátio (Átrio).
Dentro dessa cerca de linho fino retorcido, havia dois ingredientes importantes, que eram: o Altar de Bronze (ou cobre) que era usado para os sacrifícios, e a bacia de Bronze (cobre) polido, que era usada para as purificações dos sacerdotes antes de eles entrarem no Santuário. Porém, o acesso do povo ao Santuário seria somente possível através do sacerdote, o qual apresentava os sacrifícios pelos pecados e sacrifícios de gratidão do povo. Hoje, o caminho de acesso a Deus é por Jesus Cristo, que é a nossa Porta de acesso ao Pai, e pela sua carne, representada pelo véu rasgado de alto a baixo na sua obra expiatória.
A melhor tipologia para o Tabernáculo é o Senhor Jesus Cristo. Ele, segundo o Novo Testamento, fez-se carne e habitou entre os homens (Jo 1.14). Ele tornou-se o nosso Tabernáculo, isto é, como profetizou Isaías: “Ele vos será santuário” (Is 8.14)

Texto extraído da obra “O TABERNÁCULO”, editada pela CPAD

COMENTÁRIO E SUBSÍDIO II

INTRODUÇÃO

O Tabernáculo tinha um pátio, com uma entrada de acesso, por meio da qual era possível adentrar aos seus recônditos. Na aula de hoje, estudaremos a respeito desse pátio, com destaque para a porta por meio da qual era possível chegar até esse. Mais importante, nessa lição é destacar que Cristo é a porta, e por meio dEle podemos chegar ao Pai, e desfrutar de plena intimidade com Ele, que deu essa graça, por meio do sacrifício na cruz.

I. O PÁTIO DO TABERNÁCULO
                                                                 
O pátio do Tabernáculo ficava no centro de todas as tribos de Israel, sua construção foi a primeira etapa do processo de edificação, ainda no primeiro dia do segundo ano, após a saída do povo judeus do Egito, catorze dias antes da celebração da Páscoa (Ex. 40.2,17). As tribos de Israel ficavam dispersas estrategicamente no entorno desse pátio, os exércitos de Judá, Issacar e Zebulom estavam na porta principal do pátio; aos fundos, do oeste para o ocidente, na retaguarda do pátio, estavam as tropas de Efraim, Manassés e Benjamim; ao norte, na lateral do Tabernáculo, encontrava-se o exercito de Naftali, Dã e Aser; e mais ao sul, estabeleceram-se a tropa de Ruben, Simeão e Gade. Esse pátio era cortinado, com 45 metros de cumprimento, com aproximadamente 22,5 centímetros de largura. Havia sessenta colunas de bronze, sobre as quais havia um cortinado de linho branco torcido de aproximadamente 2,25 metros de altura. Essas colunas foram feitas de madeira de acácia, nas quais as cortinas eram presas. O acesso a esse pátio se dava por uma única porta, por onde era possível chegar ao lugar sagrado. As cortinas do pátio tinham cores definidas: azul, púrpura, carmesim e branco.

II. CRISTO, A PORTA PARA A SALVAÇÃO

Apenas uma porta dava acesso ao pátio do Tabernáculo, de igual modo, apenas Cristo é o caminho para se chegar a Deus (Jo. 14.6). Em nenhum outro há salvação, Seu nome é o único pelo qual os homens e as mulheres podem ser salvos (At. 4.12). Nos ditos populares, há quem assuma que “todos os caminhos levam a Roma”, mas apenas um caminho conduz ao céu, e este é Jesus Cristo. Não se trata de exclusivismo, muito pelo contrário, Ele é Aquele por meio de Quem Deus inclui a todos os que serão salvos. Deus amou o mundo de uma maneira tal, que entregou Seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nEle crê, tenha a vida eterna (Jo. 3.16). É bem verdade que apertada é a porta, e estreito é esse caminho (Mt. 7.13,14), pois é caracterizado pelo discipulado, que envolve renúncia e sacrifício (Mt. 16.24). Aqueles que reconhecem Cristo como Pastor, ouvem a Sua voz, e se encontram em Seu aprisco, esses entram por essa porta para encontrar guarida, e saem para o serviço, pois entrarão e sairão e encontrarão pastagem (Jo. 10.9).

III. ACESSO A DEUS

Por que Cristo é a Porta, como Ele mesmo assim se identificou (Jo. 10.9), podemos ter confiança de acesso ao Pai. Devemos pensar em uma Porta como a possibilidade de entrada e saída. Muitas pessoas estão aprisionadas pelas amarras da religião, mas nós que entramos por Cristo, desfrutamos da liberdade com a qual Ele nos libertou (Mt. 11.28-30). Não estamos mais atados aos princípios do legalismo religioso, nem mesmo há diferença entre judeus e gentios, homens e mulheres, pois em Cristo fomos feitos um (Gl. 3.26-29). O acesso ao antigo pátio do Tabernáculo era restrito, bem como as demais partes daquela Tenda. Mas por causa do sacrifício de Cristo no calvário, podemos entrar com ousadia no trono da graça, a fim alcançar misericórdia e graça (Hb. 4.16). Como se isso não fosse suficiente, recebemos o Espírito de adoção, por meio do qual podemos clamar Aba, Pai (Gl. 4.4-7). O próprio Jesus nos ensinou a orar chamando a Deus de Pai (Mt. 6.9), de modo que nada mais impede que possamos desfrutar dessa intimidade com Deus, pois nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus (Rm. 8.1). Os limites da religião privam o homem e a mulher de terem acesso a Deus, mas por causa de Cristo que é a Porta, temos intimidade com Aba.

CONCLUSÃO

O Tabernáculo antigo, que depois foi substituído pelo Templo, tinha restrições de acesso. Mas, por causa de Cristo, todos podem se achegar a Deus. O próprio Jesus é a Porta de entrada, a certeza de que temos um Pai amoroso, que nos envolve com sua graça, que nos atrai a Si. As relações humanas são marcadas pela segregação, das mais diversas naturezas, mas aqueles que estão em Cristo não podem fomentar a divisão, pois nEle fomos feitos um, para vivemos em comunhão, com Deus e uns com os outros.

José Roberto A. Barbosa
Disponível no Blog subsidioebd.blogspot.com

COMENTÁRIO E SUBSÍDIO III

INTRODUÇÃO

O Tabernáculo representa um grande símbolo espiritual para o povo de Israel. Ali, Deus se centralizava no meio de seu povo. E Ele esperava que essa nação reconhecesse isso. Nessa perspectiva, estudaremos acerca da posição do Pátio do Tabernáculo entre as Tribos de Israel, descreveremos a construção da cerca do Pátio e conheceremos mais sobre o sentido da Porta Principal do Pátio. Cada imagem nos revelará um valor espiritual edificante concernente à Obra Expiatória de Jesus Cristo.
Deus acampa com o seu povo. O plano de Deus sempre foi de morar em nós e ser o nosso Deus. Ele nos conduz, ele nos quer e Ele fala a nós com a voz suave de um marido que está desesperadamente apaixonado pela sua noiva. As bandeiras de cada tribo apontavam para a real bandeira de Deus - Jesus Cristo. As quatro faces e as quatro cores falam d'Ele. Ele é o nosso estandarte. O Senhor é chamado YHWH Nissi (O Senhor é a nossa bandeira). Como os Levitas se levantavam entre o homem e Deus, assim Jesus Cristo se levanta entre o homem e um Deus santo e irado, para ser um Mediador, e trocar a vingança pela clemência. O cristão nunca verá a ira da parte de Deus. Ele é nosso Pai, nosso Marido e nosso Amigo (Jo 17.22-23; 6.28-29; Hb 7.22-25). É útil estudar sobre o tabernáculo por que a nossa fé é alimentada pelo estudo de tudo que foi antes escrito (Rm 15.4; 1Pd 2.2; Jo 5.39). Por isso convém estudar o que diz a Bíblia sobre o tabernáculo. 

I. O PÁTIO ENTRE AS TRIBOS DE ISRAEL
                                                                 
Quando Moisés distribuiu as tribos em torno do Pátio do Tabernáculo, estava revelado nesse ato um senso de organização divino. O Pátio do Tabernáculo ficava no centro de todas as tribos de Israel. Era o símbolo de que Deus estaria no meio de seu povo (Is 8.14).
Isaías 8.14 lança uma luz sobre a disposição das tribos em torno do pátio do santuário: Isaías encontrou encorajamento no Senhor como o seu santo lugar de proteção contra seus acusadores.

1. As montagens provisórias do Tabernáculo. A Palavra de Deus mostra que a construção do Pátio teve como primeira etapa a montagem da estrutura do Tabernáculo no Sinai. Isso ocorreu no primeiro dia do primeiro mês do segundo ano, após a saída do povo judeu do Egito (Êx 40.2,17), isto é, quatorze dias antes da celebração da Páscoa. Do Sinai até Canaã passaram-se muitos anos. Antes de Israel entrar em Canaã, Moisés orientou que um lugar fixo deveria ser estabelecido para o Tabernáculo. Inicialmente, a estrutura foi montada em Gilgal (Js 4.19; 5.10; 9.6; 10.6,43). Depois a transferiram para Siló (Js 18.1), que ficava no território de Efraim. Tempos mais tarde, nos períodos de Saul e Davi, e por causa das guerras internas e externas, a Arca da Aliança ficava alojada em lugares diversos, o que demonstrava que o Tabernáculo já não tinha localização fixa. Finalmente, Jerusalém foi conquistada por Davi e, no reinado de Salomão, o Tabernáculo deu lugar ao Templo de Jerusalém, onde o próprio Deus confirmou o lugar e o aprovou com a manifestação de sua glória (1 Rs 8.10,11).
O primeiro Tabernáculo era uma tenda provisória que foi usado durante toda a peregrinação. Seu oficiante era Moisés, ele fazia todos os serviços e durante algum tempo não houve nenhum ritual oficial, nem sacerdócio oficial. Era o local onde podiam consultar e ouvir Deus através de Moisés. Quando Moisés entrar a nuvem baixava sobre a Tenda e cada pessoa, da porta de sua tenda, adorava ao Senhor. O formato de tenda foi utilizado por mais ou menos 500 anos, até a construção do Templo de Salomão. Na época dos Juízes, tendas e locais de adoração foram estabelecidos por todo o país: Gilgal, Siló, Betel, Dã, Mispa, Ofra, Hebrom, Belém, Nobe e outros lugares de menor importância. Durante o mandato de Eli o Tabernáculo e a Arca ficaram em Siló. Numa batalha contra os Filisteus, os Israelitas levaram a Arca para o campo de batalha e ela foi levada pelos inimigos, quando recuperada foi levada para Quiriate-Jearim. No tempo de Samuel havia cultos e sacrifícios em Mispa e em outros lugares. Nos dias de Davi, embora não fosse o Tabernáculo completo, Davi construiu uma tenda em Jerusalém para abrigar a Arca de Deus e durante um tempo ela ficou na Casa de Abinadabe, isto aconteceu quando Davi conquistou Jerusalém. Depois Davi colocou esse Tabernáculo no Monte Sião, na época, os utensílios essenciais do Tabernáculo estavam distribuídos entre Jerusalém e Gibeom. Depois com a construção do Templo toda a mobília do Tabernáculo foi reunida e Jerusalém se tornou o centro do verdadeiro culto divino. Com Salomão, a Tenda dá lugar ao Templo, com a aprovação divina. A nuvem que pairou no Templo por ocasião da dedicação, era "a glória do SENHOR", o símbolo visível da presença de Deus. Ela sinalizava a aprovação desse novo templo pelo Senhor. Uma manifestação semelhante ocorreu quando o tabernáculo foi dedicado (Êx 40.34-35). A dedicação solene de Salomão foi dirigida ao Senhor. Salomão reconheceu na nuvem escura uma manifestação da graciosa presença do Senhor entre o seu povo (Êx 19.9; 20.21; Lv 16.2) e declarou que construíra o templo para que o Senhor pudesse ali habitar na glória da espessa escuridão.

2. A posição do Pátio do Tabernáculo. Para entender a organização das tribos em torno do Pátio do Tabernáculo é preciso compreender o propósito divino resumido em Êxodo 25.8: “E me farão um santuário, e habitarei no meio deles” (cf. 29.45,46). Aqui está expressa a vontade de Deus em ser o centro de seu povo. A localização geográfica do Tabernáculo, o centro do acampamento e de frente para o Oriente, isto é, voltado para o levante do Sol, revela exatamente a vontade de Deus em habitar no coração do povo de Israel. Ora, Ele é quem deve estar no centro do nosso coração. Deus é quem deve dominar a nossa mente e vida.
Como já falamos em lições anteriores, Tabernáculo, nome derivado do verbo "habitar", era o nome apropriado para a construção que seria o lugar da presença de Deus com seu povo. Sua presença estaria entre os querubins, e dali Deus se encontraria com Moisés (Êx 25. 22). O Pentateuco registra cinco nomes para o tabernáculo:
• 1) "santuário", que denotava o lugar sagrado ou posto à parte, ou seja, lugar santo;
• 2) "tenda", que indicava a habitação temporária ou desmontável;
• 3) "tabernáculo", de "habitar", que designava o lugar da presença de Deus (bem como outros títulos);
• 4) "tabernáculo da congregação ou reunião"; e
• 5) "tabernáculo do testemunho".
É interessante notarmos a maravilha do texto original de Êxodo 25.8 no hebraico bíblico: “וְעָשׂוּ לִי מִקְדָּשׁ וְשָׁכַנְתִּי בְּתוֹכָם” (Veasu li miqedash veshachanti betocham), cuja tradução literal seria: “E me farão um santuário, e habitarei DENTRO DELES”. Este era o propósito maior do tabernáculo: Deus não habitasse apenas no MEIO DELES – mas sim DENTRO DELES.
O Tabernáculo, como figura de nossa comunhão com Deus, possuía apenas uma entrada descrita assim na Bíblia: “À porta do átrio, haverá um reposteiro de vinte côvados, de estofo azul, e púrpura, e carmesim, e linho fino retorcido, obra de bordador; as suas colunas serão quatro, e as suas bases, quatro” (Êx 27.16).
3. A posição do Exército de Israel em torno do Tabernáculo. Os exércitos das tribos judaicas estavam localizados em torno do santuário divino.
1) De frente para a porta principal de acesso ao Tabernáculo. Os exércitos de Judá, Issacar e Zebulom estavam posicionados na porta principal do Pátio do Santuário. Juntos, esses exércitos somavam 186.400 homens (Nm 2.3-9);
2) Aos fundos, do Oeste para o Ocidente. Na retaguarda do Pátio do Tabernáculo estavam as tropas de Efraim, Manassés e Benjamim que, juntas, somavam 108.100 homens (Nm 2.18-23);
3) Ao norte. Na lateral do Tabernáculo, encontravam-se as hostes de Naftali, Dã e Aser. Juntas, somavam 157.600 homens (Nm 2.25-30);
4) Ao Sul. Na outra lateral do Tabernáculo, estabeleceram-se os exércitos de Ruben, Simeão e Gade. Ambos somavam 151.450 homens (Nm 2.12-19).
Ao todo eram 603.550 homens acima de vinte anos de idade que estavam entorno do Pátio do Tabernáculo. Isso passava a mensagem de que Israel reconhecia a centralidade de Deus na vida espiritual e social da nação. Assim, devemos tê-Lo como o centro de todas as esferas da vida.
Cada uma das doze tribos teve uma área específica do acampamento para habitar. Quando os seus antepassados tinham partido ao sul rumo ao Egito aproximadamente 400 anos antes, eles tinham constituído uma família de doze tribos, cada uma encabeçada por um dos filhos de Jacó, que foi chamado por Deus de Israel. Enquanto eram escravos no Egito, eles preservaram as suas divisões familiares, e durante os anos as famílias dos doze filhos transformaram-se em famílias tribais ou tribos. s doze tribos, em grupos de três, eram divinamente colocadas a uma certa distância ao redor do tabernáculo. Quatro das tribos - Judá, Rúben, Efraim e Dã - foram reconhecidas como líderes tribais. Cada uma teve seu próprio estandarte ou bandeira que os identificava como cabeça das tribos, enquanto as outras tribos tiveram suas insígnias, uma bandeira menor. É importante notar que o Jacó (o patriarca das 12 tribos) tinha profetizado que a posição sênior em sua família pertenceria à tribo de Judá: "O cetro não se arredará de Judá, nem o legislador dentre seus pés, até que venha Siló; e a ele se congregarão os povos" (Gn 49.10). Do lado oriental ficou a tribo de Judá. Judá ocupava o lugar de honra ao leste. Gn 49.8-12 realça o papel e a centralidade que Judá teria na derrota dos inimigos de Israel. Judá era a tribo da qual o Messias nasceria. À sua direita, estava a tribo de Issacar e ao outro lado Zebulon. Quando as tribos marchavam, o tabernáculo era transportado no meio das tribos de Israel, seis tribos à frente e seis atrás.

SUBSÍDIO DIDÁTICO-PEDAGÓGICO

Seguindo a perspectiva apresentada na seção “Interagindo com o Professor”, reproduza o esquema abaixo, conforme as suas possibilidades, a fim de ilustrar o Pátio do Tabernáculo.

II. A CONSTRUÇÃO DA CERCA DO PÁTIO

1. O cortinado de linho branco da cerca do Pátio. Uma cerca de 45 metros de comprimento com aproximadamente 22,5 centímetros de largura separava o Tabernáculo das Tribos ao redor. As sessenta colunas de bronze, sobre as quais havia um cortinado de linho branco torcido de aproximadamente 2,25 metros de altura, sustentavam a cerca do Pátio. Assim, não se podia ver o que passava-se no interior do pátio, senão a cobertura do Tabernáculo.
Estudando sobre as cortinas do tabernáculo, saberemos melhor da linguagem bíblica. Quando Davi desejava edificar um templo ao Senhor, ele argumenta que ele morava em uma casa de cedro “e a arca de Deus mora dentro de cortinas” (II Sm 7.2; II Cr 17.1). A profecia da destruição de Israel dada por Jeremias menciona “as minhas cortinas” (Jr 4.20; 10.20). A cor da primeira cortina, de linho fino, era branca. É comentado que na Palestina não abunda as cabras brancas, mas abunda as negras. Por isso a cor da segunda cortina, de pêlos de cabra, é dada como negra, ou morena, por ser escura (Ct 1.5). Sem estudar sobre as cortinas do tabernáculo essas referências seriam um mistério. (PALAVRAPRUDENTE).
O tabernáculo estava separado de Israel por meio de um cortinado de linho branco de dois metros e meio de altura, sustentado por sessenta colunas de bronze. No seu interior se encontrava as demais peças e divisões. As cortinas do tabernáculo falam de santidade. Dentro das cortinas tudo era santo, o impuro tinha que ficar do lado de fora. Por serem de linho fino, as cortinas falam da santidade de Deus. No livro de Habacuque encontramos a seguinte passagem: “Tu que és tão puro de olhos que não podes ver o mal” (Hc 1.13).

2. Colunas, cortinas e varais do Pátio (Êx 27.10-12). As colunas de bronze foram feitas de madeira de acácia e ficavam presas na parte interior da cortina por bases ou placas de bronze colocadas sobre o solo. Já as cortinas eram costuradas uma a outra até formarem uma tela bem firme. Por sua vez, os varais encaixavam-se às colunas e ao cortinado da cerca. Tudo era metricamente encaixado. Assim, as colunas, as cortinas e os varais são elementos que didaticamente podem simbolizar a segurança, a estabilidade e a comunhão na vida cristã, produzidas pela Obra Expiatória de Cristo. Ora, em Cristo toda a justiça de Deus foi satisfeita na obra expiatória; por isso temos a segurança da salvação (Rm 8.33-39). Estamos seguros em Cristo (Jo 10.28-30)! Depois, a partir dessa obra, temos acesso às promessas de Deus, as quais nos dão estabilidade na vida cristã (Rm 14.4; Cl 3.3). Por fim, a Expiação de nosso Senhor não apenas salvou-nos, mas abriu-nos a porta da comunhão cristã (1 Co 12.12,13; Ef 2.1216). Portanto, à semelhança das colunas, cortinas e varais do Tabernáculo, a Obra Expiatória de Cristo nos traz segurança, estabilidade e comunhão na vida cristã.
Em se tratando de segurança em Cristo, Romanos 8.33 é esclarecedor: “é Deus quem justifica - quem pode acusar com êxito alguém a quem Deus declarou justo?” Há quatro razões pelas quais o cristão não pode ser declarado culpado:
1) a morte de Cristo;
2) sua ressurreição;
3) sua posição soberana;
4) sua contínua intercessão por eles (Is 53.12; Hb 7.25; Rm 8.35-39).
Em Romanos 8.35-39, o apóstolo lista uma relação de experiências ou pessoas que não podem separar o cristão do amor de Deus em Cristo, e para Paulo, não é apenas uma teoria. Ao contrário, foi um testemunho pessoal de alguém que havia, pessoalmente, sobrevivido a ataques dessas entidades e emergiu triunfante. A estabilidade na vida cristã advém do modo como Cristo avalia cada cristão, e o seu julgamento não leva em consideração a tradição religiosa ou a preferência pessoal (Rm 8.33-34; 1Co 4.3-5), mas considera o coração. Também já estamos mortos com Cristo. Escrevendo aos Colossenses 3.3, o apóstolo utiliza um tempo verbal para indicar que a morte ocorreu no passado; nesse caso, na morte de Jesus Cristo, quando os cristãos foram unidos com ele, o castigo pelo pecado deles foi pago e eles ressuscitaram com ele para uma nova vida oculta juntamente com Cristo, em Deus. Essa significativa expressão tem um sentido triplo:
1) os cristãos têm uma vida espiritual comum com o Pai e com o Filho (1Co 6.17; 2Pe 1.4);
2) o mundo não pode compreender a grande importância da nova vida do cristão (1Co 2.14; 1Jo 3.2); e
3) os cristãos estão seguros e protegidos de todos os inimigos espirituais, bem como têm acesso a todas as bênçãos de Deus (Jo 10.28; Rm 8.31-39; Hb 7.25; 1Pe 1.4).

3. A cerca de linho: a santidade e a justiça de Deus. A parte reservada na esfera interna do Pátio, separada pelo “linho branco torcido”, revelava a santidade de Deus. Ali, os sacerdotes ministravam os cerimoniais de sacrifícios pelos pecados do povo. Nesse sentido, o Pátio do Tabernáculo revelava que o pecador não tinha acesso ao Deus Santo, senão por meio do sacerdote. Deus é Santo e Justo. O homem carece de santidade e de justiça. No entanto, em Cristo, o pecador é justificado e santificado para a salvação. Esse é o maior milagre que o pecador pode desfrutar de seu encontro com Jesus. Só quem pode justificá-lo e santificá-lo é Jesus!
O Tabernáculo estava separado da congregação por uma cerca de 60 colunas de bronze, sobre as quais apoiava-se um cortinado de linho branco, de dois metros e meio de altura. Temos uma tipologia que aponta para a separação entre Deus e o pecador (Êx 38.10-15, 19, 31; Is 59.2). No Evangelho segundo Lucas temos o linho branco apontando para o homem perfeito, para o caráter justo de Jesus. Esse evangelista apresenta a pessoa do Salvador como o Filho do homem. E o Evangelho do Filho do homem. E como todo homem perfeito, ilustre e nobre precisa de uma genealogia, o médico Lucas registra a ascendência de Jesus. O Senhor, em Lucas, cumpre a profecia de Zacarias 6.12: "E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo: ele brotará do seu lugar, e edificará o templo do Senhor".

SUBSÍDIO TEOLÓGICO

“[...] Faz-se necessário examinar mais de perto alguns aspectos da obra redentora de Cristo. Várias palavras bíblicas a caracterizam. Ninguém que leia as Escrituras de modo perceptivo pode fugir à realidade de que o sacrifício está no âmago da redenção, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. A figura de um cordeiro ou cabrito sacrificado como parte do drama da salvação e da redenção remonta à Páscoa (Êx 12.1-13). Deus veria o sangue aspergido e ‘passaria por cima’ daqueles que eram protegidos por sua marca. Quando o crente do Antigo Testamento colocava as suas mãos no sacrifício, o significado era muito mais que identificação (isto é: ‘Meu sacrifício’). Era um substituto sacrifical (isto é: ‘Sacrifico isto em meu lugar’)” (HORTON, M. Horton (Ed.). Teologia Sistemática: Uma Perspectiva Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2018, p.352).

III. A PORTA DO PÁTIO

1. A Porta do Pátio: uma tipificação do único caminho (Êx 27.16). Para se entrar no Pátio do Tabernáculo havia apenas uma Porta. Esta porta dava acesso ao local sagrado, onde Deus habitava. Cristo, o nosso Senhor, é a verdadeira Porta de acesso para todos os pecadores. Ele mesmo declarou: “Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens” (Jo 10.9). Essa palavra de nosso Senhor confirma toda a doutrina do Novo Testamento que tem em Cristo o único caminho de entrada possível para chegarmos ao Pai: “Ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14.6). Essa porta, portanto, é o único meio de acesso a Deus (At 4.12; Ef 2.18).
A entrada foi ornamentada com uma cortina (Êx 26.36) de 9 m de comprimento. Provavelmente era muito bonita, como o véu dentro do Tabernáculo. A cortina que formava a cobertura, para a entrada no átrio tinha cores diferentes daquela que circundava o átrio retangular. Havia somente um caminho para entrar-se nesse lugar especialíssimo escolhido por Deus e enfaticamente indicado como o lugar de sua habitação com o povo. João 10.9 e 10 são uma maneira proverbial de insistir que a fé em Jesus como o Messias e o Filho de Deus é o único meio para ser "salvo" do pecado e do inferno, e receber vida eterna. Somente Jesus Cristo é a única fonte verdadeira de conhecimento de Deus e a única base para a segurança espiritual. Jesus diversas vezes se autodeclarou "Eu sou" (veja Jo 6.35; 8.12; 10.7-9; 10.11,14; 11.25; 15.1,5). Em resposta à pergunta de Tomé, Jesus declarou que ele é o caminho para Deus porque ele é a verdade de Deus (Jo 1.14) e a vida de Deus (Jo 1.4; 3.15; 11.25). João discorre no capítulo 14.6 sobre o fato de que, a exclusividade de Jesus como o único caminho para o Pai é enfática. Existe somente um caminho, não muitos caminhos, para Deus, ou seja, Jesus Cristo (Jo 10.7-9; Mt 7.13-14; Lc 13.24; At 4.12).

2. As quatro colunas e suas bases: uma tipificação do Evangelho (Êx 27.16). Destacamos aqui as quatro colunas e suas quatro bases. Essas bases e colunas sustentavam a porta principal do Pátio. Esse fato nos faz rememorar os quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), o maior instrumento que o ser humano tem para conhecer a pessoa bendita de nosso Senhor Jesus Cristo. Toda a revelação de que precisamos saber acerca da pessoa de Cristo está narrada nos Evangelhos. Por isso, para ter uma base espiritual sólida e conhecer a pessoa de Jesus, precisamos começar pelos Evangelhos. Assim, Leia toda a Palavra de Deus e a guarde no seu coração.
Sobre isto, transcreve um trecho do livro de Abraão de Almeida, “O TABERNÁCULO E A IGREJA - Entrando com ousadia no santuário de Deus” (CPAD): “As quatro colunas da entrada do Tabernáculo têm também um significado muito importante. Em Êxodo 27.16 lemos: "A porta do átrio haverá um reposteiro de vinte côvados, de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino torcido, obra de bordador; as suas colunas serão quatro, as suas bases quatro". Estas quatro colunas representam ou falam da oportunidade para todos, pois o número quatro está sempre relacionado com a plenitude da Terra. Todos têm oportunidade de entrar no Santuário (Mateus 24.31; João 3.16).
Os quatro véus que cobrem as quatro colunas de entrada da tenda, por suas cores significativas, apontam-nos os quatro Evangelhos, pela ordem em que estes aparecem no Novo Testamento. Comparemos essas cores com os retratos de Jesus que os quatro evangelistas nos deram:
1. A púrpura. Esta cor se relaciona com a realeza e aponta para o Evangelho segundo Mateus, que é o Evangelho do Rei. Mateus enfatiza este aspecto do caráter de Jesus, quando, por 14 vezes, o chama de Filho de Davi, o famoso rei cuja descendência Deus prometeu perpetuar no trono de Israel. O Messias viria como Rei, conforme a profecia de Zacarias 9.9: "Eis aí o teu Rei". Por isso Mateus registra a genealogia de Jesus, pois um Rei precisa provar a sua ascendência real.
2. O carmesim. O Evangelho segundo Marcos está relacionado com a cor carmesim, ou seja, como sangue, que aponta para o servo sofredor, para o Messias na cruz, conforme a profecia de Isaías 42.1: "Eis aqui o meu servo, a quem sustento; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz; pus sobre ele meu Espírito, e ele promulgará o direito para os gentios". Um servo não precisa de genealogia, por isso Marcos não trata da ascendência do Senhor. Mateus, em seu Evangelho, focaliza a pessoa de Jesus do ponto de vista de sua realeza, e isto nos leva ao Lugar Santíssimo do Tabernáculo, onde Deus habitava sobre o Propiciatório, entre os querubins da glória. Marcos, por sua vez, já apresenta os traços de Jesus do ponto de vista da cruz, como o servo sofredor, e isto nos leva ao altar de bronze, ou dos holocaustos. Percebemos esses pontos de vista claramente expressos em Mateus 13.23 e Marcos 4.8,20, respectivamente. Nesses textos, que tratam da Parábola do Semeador, a frutificação em Mateus é decrescente, enquanto em Marcos é crescente. Mateus diz: a 100, a 60 e a 30 por um, e Marcos registra: a 30, a 60 e a 100 por um, e isso conforme as três principais divisões do Tabernáculo: o Pátio, o Santuário e o Santo dos Santos.
3. Linho branco. No Evangelho segundo Lucas temos o linho branco apontando para o homem perfeito, para o caráter justo de Jesus. Esse evangelista apresenta a pessoa do Salvador como o Filho do homem. E o Evangelho do Filho do homem. E como todo homem perfeito, ilustre e nobre precisa de uma genealogia, o médico Lucas registra a ascendência de Jesus. O Senhor, em Lucas, cumpre a profecia de Zacarias 6.12: "E dize-lhe: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Eis aqui o homem cujo nome é Renovo: ele brotará do seu lugar, e edificará o templo do Senhor".
4. Azul. Finalmente chegamos à cortina azul, e essa cor indica sempre o Céu ou aquilo que é celeste. Vemos em João o Evangelho do Filho de Deus. Jesus, como Filho de Deus, cumpre a profecia de Isaías 40.9: "Tu, ó Sião, que anuncias boas-novas, sobe a um monte alto! Tu, que anuncias boas-novas a Jerusalém, ergue a tua voz fortemente; levanta-a, não temas, e dize às cidades de Judá: Eis aí está o vosso Deus". João não registra a genealogia de Jesus, pois Deus não tem genealogia.
Dentre as referências ao azul no Antigo Testamento destaca-se à do cordão azul em Números 15.38-40: "Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes que nos cantos das suas vestes façam borlas pelas suas gerações; e as borlas em cada canto presas por um cordão de azul. E as borlas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais; e não seguireis os desejos do vosso coração, nem os dos vossos olhos, após os quais andais adulterando. Para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sereis a vosso Deus".” (Abraão de Almeida, O TABERNÁCULO E A IGREJA - Entrando com ousadia no santuário de Deus CPAD, pág 16)

3. As cores da cortina de entrada: diversos tipos (Êx 27.16). Azul, púrpura, carmesim e branco eram as cores da cortina de entrada ao Pátio. Nas Sagradas Escrituras, as cores sempre simbolizaram aspectos importantes da fé. Muitas igrejas de tradições cristãs distintas (como as episcopais, as reformadas e, até mesmo, algumas pentecostais) observam o que se convencionou chamar de Calendário Litúrgico. Nele, os dias comemorativos são inspirados por cores. Essa prática está ancorada nas comemorações litúrgicas do povo de Deus do Antigo Testamento. Nesse aspecto, podemos destacar, por exemplo, que o azul lembra o céu. A púrpura lembra a ideia de realeza. O carmesim lembra a ideia de humilhação e sofrimento. O branco lembra a ideia de justiça, perfeição (Rm 5.18). O Senhor Jesus remonta essas cores: Ele veio e foi para o céu, Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores, Ele é justo e perfeito, e foi humilhado e moído pelos nossos pecados (Is 42.1; Fp 2.5-9).
No hebraico, a palavra masak é usada para descrever a cortina da entrada da tenda (Êx 27.16;35.17;38.18;39.40;40.8,33). Algumas vezes, essa palavra é usada para se referir ao véu que separava o lugar santo do santíssimo (Êx 35.12;39.34;40.21; compare com o termo véu em Êx 26.31). Essa separação era feita com fios multicoloridos e acabamento artístico. Era pendurada em cinco colunas de madeira de cetim, revestidas de ouro, e ainda havia cinco bases de cobre. A cortina que permitia a entrada no tabernáculo não poderia ser levantada por qualquer vento. O acesso ao interior da tenda era altamente restrito por esta pesada e ornamentada barreira. Isso lembra ao cristão que o maravilhoso acesso ao Deus vivo se deu porque Cristo completou Sua obra (Hb 4.16). Os governantes antigos, em sua maioria, não eram acessíveis para ninguém que não fizesse parte de seus principais conselheiros (Et 4.11). Em contrapartida, o Espírito Santo pede a todos que se acheguem com confiança ao trono de Deus para receber misericórdia e graça por meio de Jesus Cristo (Hb 7.25; 10.22; Mt 27.51). A arca da Aliança era vista como o lugar na terra onde Deus se assentava em seu trono entre os querubins (cf. 2Rs 19.15; Jr 3.16-17). Os tronos orientais incluíam um estrado para os pés — mais uma metáfora para a arca (Sl 132.7). Foi no trono de Deus que Cristo fez expiaçâo pelos pecados, e é ali que a graça é dispensada aos cristãos para todas as questões da vida (2Co 4.15; 9.8; 12.9; Ef 1.7; 2.7). "Graça seja convosco" tornou-se uma saudação comum entre os cristãos que celebravam essa provisão (Rm 1.7; 16.20.24; ICo 1.3; 16.2.3;2Co 1.2; 13.13;Cl 1.3;6.18;Ef 1.2: 6.24; Fp 1.2; 4.18; Cl 1.2; 4.18; 1Ts 1.1; 5.28; 2Ts 1.2; 3.18; tTm 1.2: 6.21;2Tm 1.2; 4.22;Tt 1.4; 3.15; Fm 3,25).


SUBSÍDIO VIDA CRISTÃ

“A Palavra, não os Sentimentos
Que Deus nos dê uma posição séria e decidida, na qual a carne e o sangue tenham de se render! Avançaríamos muito. Não seríamos movidos por nossos sentimentos.
O indivíduo ora por uma noite inteira e recebe uma bênção, mas amanhã, por ele não sentir exatamente o que acha que deve sentir, começa a murmurar. Desse modo, ele troca a Palavra de Deus por seus sentimentos.
Deixe Cristo fazer sua obra perfeita. Você tem de deixar de ser. Trata-se de algo difícil para você e para mim. Mas não é problema algum quando você está nas mãos do oleiro. Você está errado quando fica esperneando. Você está certo quando fica quieto e deixa Deus formar você de novo.
Portanto, permita que hoje Ele o forme de novo e faça de você um vaso que aguentará a tensão” (WIGGLESWORTH, Smith. Devocional. Série: Clássicos do Movimento Pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, pp.76-77).

CONCLUSÃO

Nesta lição, estudamos a centralidade de Deus em nossa vida por meio da posição do Tabernáculo. Fomos estimulados a termos uma base e segurança espiritual por meio da construção do Pátio do Tabernáculo. E concluímos que o Senhor é o único meio de acesso a Deus através da imagem da porta do pátio. Portanto, sejamos conscientes de que Jesus Cristo se revelou ao seu povo como o único caminho para o pecador alcançar a salvação. Ele é o único caminho que conduz ao Céu!
“Tudo quanto outrora foi escrito, para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência, e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança" (Rm 15.4). O Tabernáculo, construído por Moisés no deserto, deixou profundas lições para a Igreja, tanto através da rica tipologia dos seus objetos, como também pelo significado espiritual do sacerdócio, dos sacrifícios e das celebrações anuais.

Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos”. (Jeremias 15.16)
   
Francisco Barbosa
Disponível no blog: auxilioebd.blogspot.com.br

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