sexta-feira, 26 de junho de 2015

LIÇÃO 13: A RESSURREIÇÃO DE JESUS




SUBSÍDIO I

INTRODUÇÃO

Conforme destacou John Stott, “o cristianismo é, em essência, a religião da ressurreição”. Por isso nesta última aula nos voltaremos para a narrativa lucana da ressurreição de Cristo. Inicialmente destacaremos que o túmulo foi aberto, em seguida os olhos e o coração dos discípulos foram abertos, e ao final, a mente e os lábios deles se abriram. A ressurreição de Cristo, conforme atestaremos ao longo desta aula, é o maior evento de todos os tempos, além de ter profundo significado para os cristãos.

1. UM SEPULCRO ABERTO

A mensagem do evangelho se fundamenta na ressurreição de Cristo (I Co. 15.1-8), e a partir dela podemos reconhecer que Jesus é, de fato, o Filho de Deus (Rm. 1.4). Ele não apenas morreu pelos nossos pecados, mas também ressuscitou, comprovando a aceitação do Seu sacrifício (Rm. 4.24,25). Existem vários testemunhos que testificam a ressurreição de Jesus, todos eles de pessoas que viveram ao lado dele. Ele apareceu a Maria Madalena (Jo. 20.11-18), depois às outras mulheres (Mt. 28.9,10), e em seguida, aos homens no caminho de Emaús (Lc. 24.13-22). Posteriormente apareceu a Pedro (Lc. 24.34) e ao Seu meio-irmão Tiago (I Co. 15.7). Certa ocasião apareceu aos apóstolos (Lc. 24.36-43), quando Tomé não estava presente, e uma semana depois, para ser visto por Tomé (Jo. 20.26-31). Por fim, apareceu aos discípulos, antes de subir ao céu, comissionando-os a testemunharem do evangelho (At. 1.1-18). Maria Madalena foi a primeira chegar ao túmulo, juntamente Maria, mãe de Tiago, e outras mulheres piedosas (Lc.24.10). Elas estavam preocupadas sobre quem removeria a pedra do sepulcro, pois pretendiam preparar o corpo de Jesus para o sepultamento. Os anjos apareceram às mulheres, informando que Jesus não estava mais ali, por ter ressuscitado (Mt. 28.2; Mc. 16.5). Entusiasmadas, as mulheres correm para contar aos discípulos, por conseguinte, Pedro e João examinam o túmulo (Jo. 20.1-10), atestando que Jesus não estava mais naquele local. Em Jerusalém, há um sepulcro, identificado com aquele no qual Jesus teria sido colocado, e está escrito em inglês: Ele não está mais aqui, pois ressuscitou. Esse é o fundamento da doutrina cristã, Jesus está vivo (Gl. 2.20).

2. OS CORAÇÕES DOS DISCÍPULOS SÃO ABERTOS

Lucas registra o encontro de Jesus com dois discípulos no caminho de Emaús, um vilarejo que distava 12 quilômetros ao norte de Jerusalém. Eles estavam desanimados, talvez tivessem ouvido o relato da ressurreição do Senhor, mas não acreditaram. Mas Jesus os acompanhou, ouvindo a respeito do que eles discorriam ao longo da jornada. Até que Jesus se manifesta a eles, e utiliza as Escrituras para testificar dos fatos ocorridos naqueles últimos dias. Evidentemente a fé vem pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus (Rm. 10.17), aqueles discípulos precisam abrir não apenas os olhos, mas também a mente e o coração (Lc. 24.25,32). Há muitos pregadores que estão esquecendo o cerne da mensagem evangélica: a cruz de Jesus Cristo (I Co. 2.1-5). O centro das Escrituras é Jesus Cristo, é Ele quem devemos pregar, desde Gêneses (Gn. 3.15) até o Apocalipse (Ap. 20.21,22). Jesus é a chave hermenêutica para a compreensão das Escritures, sem esse Fundamento a Bíblia torna-se um livro confuso, e não poucas vezes, legalista (Lc. 24.47). O coração daqueles discípulos ardeu enquanto Jesus expunha, ou seja, fazia a exegese dos textos do Antigo Testamento. As igrejas genuinamente evangélicas não podem se distanciam do ensinamento bíblico, os pastores devem retornar à pregação expositiva, fundamentada em uma exegese cristocêntrica.

3. A MENTE E OS LÁBIOS DOS DISCÍPULOS SÃO ABERTOS

Lucas destaca algumas emoções perturbadoras entre os discípulos, após a ressurreição de Jesus. Isso porque aquele episódio era tão extraordinário que eles não conseguiam se conter, a eles foi também revelado o motivo da morte e ressurreição do Senhor, até então incompreendida pelos discípulos (I Pe. 1.10-12). Depois dessa revelação, eles passaram a testemunhar com ousadia, sobretudo no poder do Espírito Santo (At. 1.8), a respeito da ressurreição de Jesus (At. 4.33). Existem estudos evidencialistas que se propõem a provar que Cristo realmente ressuscitou. Esses tratados apologéticos são úteis para convencer as mentes céticas em relação a esse episódio. Várias pessoas viram Jesus ressuscitado, e todas elas assumiram publicamente esse fato. Não há qualquer registro histórico que questione na época que a ressurreição tenha sido um engodo dos discípulos, ainda que as autoridades romanas tentaram “plantar” essa notícia (Mt. 28.11-15). Além disso, ninguém daria a vida por uma mentira, e os discípulos foram martirizados porque testemunharam a respeito da morte e ressurreição do Senhor. Essa mensagem revolucionou o mundo, pois diferentemente dos iniciadores religiosos, Jesus não está mais no sepulcro. A ressurreição de Jesus tem significado especial para a igreja, pois Ele agora está no céu assentado no trono (Jo. 17.5,11), Ele conquistou todos os inimigos e reina sobre todas as coisas (Ef. 1.18-23). E mais, ministra no céu, como Sumo Sacerdote (Hb. 7.25) e nosso Advogado (I Jo. 2.1).

CONCLUSÃO

A ressurreição de Jesus antecipa a ressurreição de todos aqueles que nEle acreditam, pois nEle também ressuscitarão (Rm. 5.17). A igreja aguarda o arrebatamento, quando Cristo voltará para levar para Si aqueles a quem redimiu (I Ts. 4.13-17). Mas temos a convicção que Jesus se tornou as primícias daqueles que ressuscitarão primeiro (I Co. 15.23). Ele ressuscitou, e se isso não tivesse acontecido, seria vã a nossa fé (I Co. 15.17). Mas como afirma a letra do hino sacro: porque Ele vive posso crer no amanhã, temor não há, pois nossas vidas está nas mãos dAquele que vivo está.

Prof. Ev. José Roberto A. Barbosa


COMENTÁRIO E SUBSÍDIO II

INTRODUÇÃO

As Escrituras ensinam que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26). Antes da Queda a morte não tinha domínio sobre o homem. Todavia, como um ser moralmente livre, o homem pecou fazendo com que o pecado entrasse no mundo e, com ele, a morte. A morte passou então a todos os homens.  Ainda na Antiga Aliança, o Senhor deu vida aos mortos para revelar o seu poder sobre a morte. E mesmo ainda não estando totalmente revelada, a doutrina da ressurreição já era crida por santos do Antigo Testamento (Jó 19.25). Eles anelavam pela redenção do corpo. Jesus se revelou como o Messias prometido e a sua morte e ressurreição garantiram que a penalidade do pecado - a morte -, fosse vencida. Em Cristo, o direito de viver eternamente em um corpo físico tornou-se novamente real. [Somente Lucas descreve com precisão médica a agonia de Jesus no Getsemani - orava mais intensamente – escreve ele. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. Se produz em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. Esta tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. É dispensável comentar aqui a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico e o envio de Jesus a Pilatos, bem como tudo que se sucedeu até a crucificação. É importante, sim, entender que o projeto de Jesus se completa na sua morte, sinal de amor até o fim. Mesmo diante da dor extrema, Jesus não se desvia do desígnio do Reino de Deus. Ele assume a cruz com liberdade e revela seu amor incondicional por nós. Pelo seu sangue é selada a nova aliança e são desmascaradas as artimanhas da mentira e do poder opressor que se opõe ao Reino de Deus. A cruz, que significava destruição, torna-se reconstrução da condição humana. Mas a cruz não foi o fim. A fé na ressurreição de Jesus Cristo é o fundamento da mensagem cristã. A fé cristã estaria morta se lhe fosse retirada a verdade da ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus são as primícias de um mundo novo, de uma nova situação do homem. Ela cria para os homens uma nova dimensão de ser, um novo âmbito da vida: o estar com Deus. Também significa que Deus manifestou-se verdadeiramente e que Cristo é o critério no qual o homem pode confiar - “Se Cristo não ressuscitou, a nossa pregação é vazia, e vazia também a vossa fé” (1Co 15.14). São duas as palavras gregas (anastasis e egeiró) que definem o termo ressurreição. Elas claramente indicam “tornar à vida”, “levantar-se”, “erguer-se”, “despertar”, “acordar”. Ressurreição é a outorga da vida ao que havia se extinguido fisicamente. E o ato do levantamento daquilo que havia estado no sepulcro. Várias vezes nos deparamos com a expressão “ressurreição dos mortos“ (1 Co 15.12,13,21,42), que se refere a uma ressurreição geral, de justos e ímpios. Porém, quando se refere aos justos, a expressão no original é restritiva e se traduz por “ressurreição de entre os mortos”. A expressão “de entre os mortos” quer dizer os mortos tirados do meio de outros mortos.] Vamos pensar maduramente sobre a fé cristã?

1. A DOUTRINA DA RESSURREIÇÃO

1. No Contexto do Antigo Testamento. O Antigo Testamento registra três casos de pessoas que ressuscitaram. Os três casos aconteceram no ministério profético de Elias e Eliseu. Em 1 Reis 17.17-24, Elias ressuscita o filho da viúva de Sarepta; em 2 Reis 4.32-37 encontramos Eliseu ressuscitando o filho da Sunamita. O outro caso está em 2 Reis 13.21 onde um morto torna à vida quando toca os ossos do profeta Eliseu. Esses fatos demonstram, já na Antiga Aliança, o poder de Deus para dar vida aos mortos.  Abraão, por exemplo, iria sacrificar seu filho Isaque Porque "considerou que Deus era poderoso para até dos mortos o ressuscitar" (Hb 11.18).  [ A despeito do que dizem diversos teólogos acera da crença na ressurreição no Antigo Testamento, é verdade que não encontramos declarações claras a respeito da ressurreição dos mortos antes do tempo dos profetas, embora Jesus fosse de parecer que já estava implícita em Ex 3.6; (confira Mt 22.29-32), e o escritor de Hebreus dá a entender que até mesmo os patriarcas anelavam à ressurreição dos mortos (confira Hb 11.10, 13-16, 19). O certo é que não faltam provas de que havia uma crença na ressurreição muito antes do cativeiro. Essa crença está implícita nas passagens que falam numa libertação do sheol (dependendo do contexto, significa sepultura, abismo e inferno) (Sl 49.15; 73.24, 25; Pv 23.14). Ela encontra expressão na declaração de Jó 19.25-27. Sobretudo a vemos ensinada claramente em Is 26.19 (passagem tardia, segundo os críticos), e em Dn 12.2, e provavelmente está implícita igualmente em Ez 37.1-14. Vários personagens importantes da história do Antigo Testamento demonstraram sua confiança e crença na ressurreição. Abraão cria na ressurreição (Gn 22.5, Hb 11.17-19); (Jó 19.25-27); um dos filhos de Coré, cantor, salmodiava sobre a ressurreição (Sl 49.15); o profeta Isaías cria e profetizava sobre a ressurreição (Is 26.19); Daniel, profeta e estadista, declarou sua crença na ressurreição (Dn 12.2,3); e Oséias, um profeta destacado em Israel, fez o mesmo (Os 13.14) Leia sobre as diferentes teses em http://igrejapresbiterianareformada.blogspot.com.br/2012/10/prova-biblica-da-ressurreicao-no-velho.html].

2. No contexto do Novo Testamento. Com o advento da Nova Aliança a doutrina da ressurreição é demonstrada em sua plenitude (2 Tm 1.10).  O Novo Testamento registra vários casos de pessoas sendo ressuscitadas. Algumas foram ressurreições efetuadas pelo Senhor Jesus, enquanto outras por seus apóstolos (Mc 5.35-43; Lc 7.11-17; Jo 11.11-45; At 9.36-42; 20.9,10). Em todos os casos, exceto a ressurreição de Jesus, as pessoas ressuscitadas morreram novamente. [A doutrina da ressurreição se baseia essencialmente sobre o fato da ressurreição de Cristo. O Mestre enfatizou e deu um sentido especial a essa doutrina (Jo 5.28,29), deixando claro que não haverá uma única, geral e simultânea ressurreição para os mortos, e sim, que acontecerá em duas fases distintas: a ressurreição dos justos e a dos ímpios. A doutrina da ressurreição foi declarada e ensinada por Jesus em seu ministério terrestre (Jo 5.28,29; 6.39,40,44,54; Lc 14.13,14; 20.35,36). Ensinada e reafirmada pelos apóstolos e os pais da Igreja primitiva (At 4.2). Em Atenas, na Grécia, Paulo pregou a Jesus Cristo e Sua ressurreição (At 17.18). Repetiu isso, também, para os filipenses (Fp 3.11), aos coríntios (1 Co 15.20), aos tessalonicenses (1 Ts 4.14-16), perante o governador Felix (At 24.15). O apóstolo João, não só relatou o ensino de Cristo sobre a ressurreição, mas ele mesmo ensinou sobre o assunto (Ap 20.4-6). No Novo Testamento encontramos os seguintes casos:
-O filho duma viuva (Lucas 7.11-15);
-A filha do Jairo (Lucas 8.41-42; 49-55);
-Lázaro (João 11.1-44);
-Muitos santos que haviam morrido, depois da morte de Jesus (Mateus 27.52);
-Jesus (Mateus 28.1-8);
-Tabita (Atos 9.36-43), e
-Êutico, o jovem que dormiu e morreu durante o sermãozão de Paulo! (Atos (20.9-10).]


2. A NATUREZA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

1. Uma ressurreição literal. O testemunho do terceiro Evangelho é de uma ressurreição física e literal. O próprio Jesus, quando ressuscitou, disse: "Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; tocai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho" (Lc 24.39). [A ressurreição de Cristo não é apenas o milagre de um cadáver reanimado. Não se trata do mesmo evento que ocorreu com outros personagens bíblicos como a filha de Jairo (cf. Mc 5, 22-24) ou Lázaro (cf. Jo 11, 1-44), que foram trazidos de volta à vida por Jesus, mas que, mais tarde, num certo momento, morreriam fisicamente. A ressurreição de Jesus “foi a evasão para um gênero de vida totalmente novo, para uma vida já não sujeita à lei do morrer e do transformar-se, mas situada para além disso: uma vida que inaugurou uma nova dimensão de ser homem”. Todas as outras pessoas na Bíblia (e fora dela!) que foram ressuscitadas eventualmente morreram de novo. Jesus entretanto, está vivo, para sempre. “Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (Rm 5.17). Por causa da ressurreição de Jesus, Deus pode agora dar-nos o dom da vida ressurreta: “Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1Co 15.22). Esta é a promessa e a esperança que Jesus nos proporciona: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11.25).].

2. Uma ressurreição corporal. A apologética cristã sempre assegurou que a ressurreição de Jesus foi um evento físico no qual o seu corpo foi revivificado. Isto significa que, apesar de transformado, Cristo ressuscitou com o mesmo corpo físico que fora sepultado. Lucas põe em relevo esse fato quando registra Jesus comendo com os discípulos após a ressurreição (Lc 24.43). Em sua primeira Carta aos Coríntios o apóstolo Paulo assevera que toda a fé cristã é falsa se a ressurreição de Jesus não aconteceu de forma corporal (1 Co 15.14,15). [{Sugiro uma leitura do artigo Existe um Homem de carne e ossos no ceu?, seguindo este link:http://www.respondi.com.br/2011/05/existe-um-homem-de-carne-e-ossos-no-ceu.html} De todas as doutrinas do Cristianismo, nenhuma é mais central que a ressurreição corporal dos mortos de Jesus Cristo. De maneira clara, se Jesus afirmou ser salvador, mas permaneceu morto em um túmulo após uma crucificação brutal, suas declarações eram, e são, vazias. Entretanto, se Jesus de fato ressurgiu dos mortos, então suas declarações sobre deidade, a penalidade de nossos pecados que ele levou em nosso lugar na cruz e suas afirmações sobre a eternidade são comprovadas Leia mais em http://voltemosaoevangelho.com/blog/2011/04/ressuscitou-a-ressurreicao-realmente-aconteceu/. Não há dúvida de que Jesus, depois de ressuscitado, foi mais reconhecido por seus gestos e por sua voz do que por sua aparência externa. Maria Madalena viu Jesus em pé junto ao túmulo, porém não o reconheceu. Mas quando Ele pronunciou exclamativamente o nome “Maria!”, ela devolveu de pronto outra exclamação: “Raboni”, que em hebraico quer dizer Mestre (Jo 20.14-16). Os dois discípulos que caminhavam de Jerusalém para Emaús não reconheceram Jesus quando Ele se pôs a caminho com eles, embora o céu ainda não estivesse escuro. Mas quando Jesus, à mesa com eles, tomou, abençoou, partiu e distribuiu o pão, Cléopas e seu amigo perceberam que aquele, até então estranho, era o Senhor! O que acabou por completo com a resistência dos apóstolos em crer na ressurreição do Senhor foi a repetição da pesca maravilhosa, na mesma praia e no mesmo horário (Jo 21.1-14; Lc 51-11). Jesus ressuscitou em glória. Não carregava mais nossas iniqüidades nem enfermidades. Ele as deixou na cruz. Não mais estava desfigurado, não mais tinha aparência de um condenado, não mais encontrava-se profundamente triste nem mais era desprovido de beleza (Is 52.13-53.12). Era o Jesus da transfiguração, cuja aparência encheu os discípulos de temor e tremor (Mc 9.6). Por esta razão, Jesus não foi imediata e facilmente reconhecido por seus discípulos. http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/263/o-corpo-de-jesus-depois-de-ressuscitado]

SUBSÍDIO DIDÁTICO

Professor, neste tópico, é interessante enfatizar que, após o sepultamento de Jesus, algumas mulheres foram ao túmulo de Cristo: Maria Madalena, Joana e Maria, mãe de Tiago (Lc 24.10). Chegando lá, acharam a pedra do túmulo removida, mas o corpo do Senhor não estava mais lá. De modo que ouviram de dois homens vestidos com roupas brilhantes: "Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia, dizendo: Convém que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e, ao terceiro dia, ressuscite" (Lc 24.6,7). Aqui, estamos diante de um versículo que afirma com clareza que Jesus foi crucificado, mas ressuscitou ao terceiro dia, isto é, no domingo pela manhã bem cedo. Por isso nos reunimos todos os domingos, o dia do Senhor, para celebrarmos Jesus Cristo ressuscitado. 
Conduza o seu aluno à conclusão de que a ressurreição do nosso Senhor foi um acontecimento tão extraordinário que os primeiros seguidores de Jesus, todos judeus que guardavam o sábado, passaram a observar o primeiro dia da semana, o domingo, como um dia especial. Não se pode desconsiderar o dia em que o nosso Senhor ressuscitou. Portanto, a doutrina da ressurreição é maravilhosa, confortante e enche-nos de esperança. Esperança para o presente, esperança para o futuro, e, acima de tudo, a suficiente certeza de que o nosso Senhor estará conosco para sempre.

3. EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

1. Evidências diretas. As Escrituras apresentam muitas evidências da ressurreição de Jesus. Os apologistas classificam essas evidências em diretas e indiretas. O texto de Lucas 24.13-35 narra o encontro que dois discípulos, no caminho de Emaús, tiveram com Jesus após a sua ressurreição. Trata-se de uma evidência direta da ressurreição porque mostra Jesus ressuscitado com um corpo físico e tangível. Evidência semelhante pode ser vista no relato da ressurreição do Evangelho de João 20.10-18. Nesses relatos observamos que as pessoas para as quais o Senhor apareceu viram o seu corpo, conversaram com Ele e até mesmo chegaram a tocá-lo. Não se tratava, portanto, de uma visão ou sonho, mas de um encontro real! [Desde o princípio, a igreja cristã confessou que o corpo físico de Jesus foi elevado ao céu. Esta convicção está baseada em várias referências explícitas do Novo Testamento e em vastas evidências tangíveis. O próprio Jesus disse que o corpo no qual ressuscitou era de “carne e ossos” (Lc 24.39). Falando sobre a ressurreição de Cristo, Pedro insistiu neste assunto ao pregar que a “carne dele (Jesus) não viu a corrupção” (At 2.31). Escrevendo posteriormente sobre a ressurreição, João declarou que Jesus veio [e permaneceu] em carne” (1Jo 4.2. Cf. 2Jo 7). O corpo que emergiu da tumba na manhã pascal foi visto por aqueles que duvidaram (Mt 28.17), foi ouvido por Maria (Jo 20.15,16), e até mesmo abraçado pelos discípulos (Mt 28.9) em muitas ocasiões depois da ressurreição. Além disso, Jesus se alimentou pelo menos quatro vezes após sua ressurreição (Lc 24.30; 24.42,43; Jo 21.12,13). Ele também mostrou as cicatrizes de sua crucificação quando desafiou Tomé, dizendo: “Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente” (Jo 20.27).]

2. Evidências indiretas. Como vimos, os Evangelhos apresentam muitas provas diretas da ressurreição do Senhor, todavia, apresentam também outras provas indiretas. Antes da ressureição encontramos um grupo de discípulos desanimado, triste e cabisbaixo. Era um cenário desanimador. Após a ressurreição e Pentecostes, esses mesmos discípulos se apresentam ao povo com uma ousadia nunca vista. Eles agora passaram a testemunhar que o Senhor deles estava vivo e apresentavam provas disso. Eles curavam os doentes, levantavam os paralíticos, expeliam os demônios e testemunhavam: "Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas" (At 2.32). A ressurreição de Jesus se tornou o principal tema da pregação apostólica. [A ressurreição de Cristo é o grande milagre do Cristianismo. Uma vez estabelecida a realidade deste acontecimento, a discussão dos demais milagres torna-se desnecessária. Sobre o milagre da ressurreição está firmada a nossa fé. Porque o Cristianismo é histórico, e baseia seus ensinamentos em acontecimentos ocorridos há quase 20 séculos, na Palestina. São estes eventos o nascimento e ministério de Jesus Cristo, culminando na sua morte, sepultamento e ressurreição. De tudo isto, é a ressurreição a pedra de esquina, porque, se Cristo não ressuscitou, não era o que alegava ser. Sua morte não seria morte expiadora - os cristãos estariam sendo enganados há séculos; os pregadores, proclamando erros; e os fiéis, acalentando falsas esperanças. Mas, graças a Deus, podemos proclamar esta doutrina: “Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem!”
1. Como sabemos que Ele ressuscitou? “Vocês, cristãos, vivem na fragrância de um túmulo vazio”, disse um cético francês. É fato que os que vieram embalsamar o corpo de Jesus, naquela notável manhã de Páscoa, encontraram vazio o túmulo. Este fato não pode ser explicado à parte da ressurreição de Jesus. Quão facilmente os judeus poderiam ter refutado o testemunho dos primeiros pregadores, apresentando o cadáver do Senhor! Não o fizeram, porém - porque não podiam! Quando se lhes exigia uma explicação, alegavam terem os discípulos furtado o corpo, como se um pequeno bando de homens desanimados pudesse arrancar de guardas treinados o corpo do Mestre, cuja morte parecia ter-lhes tirado todas as esperanças. Que faremos do testemunho dos que viram Jesus após a ressurreição, muitos dos quais falaram com Ele, tocaram- no, comeram com Ele? Centenas deles ainda viviam no tempo de Paulo, segundo ele mesmo testifica. Outros, dão seu inspirado testemunho no Novo Testamento. Como rejeitar o testemunho de homens que pregavam a mensagem com o sacrifício da própria vida? Como explicar a conversão de Paulo, antes perseguidor do Cristianismo, transformado num dos maiores missionários?
Há apenas uma resposta a estas perguntas: Cristo ressurgiu! O túmulo vazio desafia o mundo: À filosofia, diz: “Explique este evento!”
À História, diz: “Reproduza este evento!”
Ao tempo, diz: “Apague este evento!”
À Fé, diz: “Receba este evento!”
Alguns naturalistas oferecem outras explicações: “Foi uma visão que os discípulos tiveram”. Não é possível que centenas tivessem a mesma visão. Outros dizem: “ Jesus não morreu de fato; foi tirado inconsciente da cruz”. Mas um farrapo de homem não poderia ter persuadido os discípulos de que era o Senhor da vida! São explicações tão fracas que trazem consigo a sua própria refutação. Outra vez afirmamos: Cristo ressuscitou! De Wette, grande estudioso racionalista, depois de um exame científico, afirmou: “A ressurreição de Jesus Cristo não pode ser mais questionada que a certeza histórica do assassinato de Júlio César”. Que firme fundamento à fé de alguém - o fato histórico de um Salvador ressuscitado! 2. O que significa a nós? Significa que Jesus é tudo quanto declarava ser: Filho de Deus, Salvador e Senhor. O mundo respondeu às suas reivindicações com a cruz; a resposta de Deus foi a ressurreição. Como Senhor ressuscitado, pede que dediquemos nossas vidas a Ele. Significa que a morte expiadora de Cristo foi uma realidade, e que os homens podem achar perdão para os seus pecados e assim ter paz com Deus. A ressurreição completa a morte expiadora de Cristo. Não foi uma morte comum - porque Ele ressuscitou! Significa que temos um Sumo Sacerdote no Céu que simpatiza conosco, que já viveu a nossa vida, conheceu nossas tristezas e enfermidades e pode dar-nos o poder de viver a vida nEle. Significa que podemos ser batizados no Espírito Santo e receber poder para testificar deste Cristo ressurreto. Significa uma vida no porvir. A objeção comum é: “Ninguém voltou para contar acerca do outro mundo”. Mas alguém já voltou de lá, sim - Jesus Cristo. À pergunta: “Se um homem morrer, viverá outra vez?” responde a ciência: “Não sei”; a filosofia: “Deveria haver”. O Cristianismo, porém, afirma: “Porque Ele vive, viveremos nós; porque Ele ressuscitou dos mortos, ressuscitaremos também”. Significa certeza de juízo para os pecadores. Como disse o inspirado apóstolo: “[Deus] tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos” (At 17.31). A inexorável justiça de Roma deu origem ao provérbio: “Quem quiser fugir de César, fuja para César”. Aos não-convertidos, advertimos: o juízo é certo, e a única maneira de escapar de Cristo, o Juiz, é fugir para Cristo, o Salvador. Lucas - O Evangelho do Homem Perfeito - Myer Pearlman - CPAD]


SUBSÍDIO DIDÁTICO

"Antes de Jesus sair da terra, Ele leva os discípulos fora, a Betânia. Erguendo as mãos, Ele ora para que Deus os abençoe. Enquanto está orando, parte e é levado ao céu pelo Pai celestial. Sua ascensão significa que Ele entrou na glória (Lc 24.26), foi exaltado e entronizado à mão direita do Pai.
 A partida de Cristo, e sua ascensão, completa sua obra na terra. Seus seguidores não o verão na terra como viram no passado. Ele levou para o céu a humanidade que assumiu quando entrou na terra. Apesar de sua partida, os discípulos estão cheios 'com grande júbilo' e o adoram. Eles vieram a entender muito mais que antes. Em vez de esta separação final ser um tempo de tristeza, é ocasião de alegria, gratidão e louvor. Agora eles reconhecem que Ele é o Messias, o Filho divino de Deus, e o adoram como Senhor e Rei.
Os discípulos esperam ser cheios com o Espírito. Eles obedecem à ordem do Senhor, e voltam a Jerusalém" (ARRINGTON, French L. Lucas. In ARRINGTON, French L.; STRONSTAD, Roger (Eds.). Comentário Bíblico Pentecostal Novo Testamento. 2.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.479). 


4. O PROPÓSITO DA RESSURREIÇÃO DE JESUS

1. Salvação e justificação. Aos discípulos no cenáculo, Jesus destaca a salvação como propósito da ressurreição (Lc 24.46-48). A ressurreição de Jesus difere de todas as outras, assim como Jesus difere de todos os homens. Ele é o Deus que se fez carne (Jo 1.14); o segundo Adão, representando a humanidade caída (Rm 5.12; 1 Co 15.45), o único mediador entre Deus e os homens (1 Tm 2.5), que nos salva de nossos pecados (1 Tm 1.15). A Bíblia diz que Ele morreu por causa de nossas transgressões (Rm 4.25); e que seu sacrifício foi em resgate de todos (1 Tm 2.6). Mostra ainda que a sua ressurreição foi por "causa de nossa justificação" (Rm 4.25) e que nesse aspecto Ele foi designado filho de Deus com poder  pela ressurreição dos mortos (Rm 1.4). [A Bíblia declara que "A alma que pecar, essa morrerá", e "o salário do pecado é a morte" (Ez 18.20; Rm 6.23). Deus determinou que a penalidade para o pecado seja a morte, física e eterna. As pessoas podem reclamar deste decreto de Deus considerando-o injusto ou extremo, mas seus protestos apenas mostram como o pecado os cegou para a verdadeira natureza do mesmo. O fato de que Deus requer um castigo tão drástico para o pecado deveria ensiná-los não que Deus é brutal, mas que o pecado é abominável. Ainda assim, Deus, em seu amor incomparável pelo homem, também determinou que a penalidade pelo pecado pode ser colocada sobre um substituto e, sobre este princípio, o sistema sacrifical do Velho Testamento é construído (Veja Lv 17.11). Deus o Filho, revestido de forma humana, derramou o seu sangue pelo pecado do homem, satisfazendo assim a justiça santa de Deus. E, através de seu sangue precioso, Deus se mostrou ao mesmo tempo "o justo e justificador de todos aqueles que crêem em Jesus" (Rm 3.26). A palavra justificação vem do verbo grego dikaioo e significa declarar que uma pessoa é justa, tornar justo. Já o substantivodikaiósis significa justificação, que é o ato da graça divina pelo qual Deus declara justa a pessoa que põe sua fé em Jesus Cristo como seu salvador. Podemos ilustrar isso com um criminoso que pode até ser perdoado pelo governo e deixa a prisão, porém leva a culpa consigo em sua consciência, mesmo já em liberdade. Na justificação, Jesus literalmente assumiu as nossas dívidas e pagou por nós: “Sendo, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso senhor Jesus Cristo”, Rm 5: 1; “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito”, Rm 8: 1; “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz”, Cl 2: 14.]

2. A redenção do corpo. A ressurreição de Jesus é a garantia de que os crentes também ressuscitarão dos mortos (Rm 5.17). Quando ressuscitou dentre os mortos, Jesus se tornou as primícias daqueles que ressuscitarão para não mais morrer (1 Co 15.23). O apóstolo Paulo afirma que se Cristo não ressuscitou então a nossa fé é vã (1 Co 15.17). Na ressurreição, Jesus derrotou a morte de forma que não precisamos mais temê-la (1 Co 15.55-58). Na ressurreição, receberemos corpos incorruptíveis e imortais (1 Co 15.42-49). [a ressurreição de Jesus é um testemunho da ressurreição de seres humanos, que é uma doutrina básica da fé Cristã. Ao contrário de outras religiões, o Cristianismo possui um fundador que transcende a morte e promete que os Seus seguidores farão o mesmo. Todas as outras (falsas) religiões foram fundadas por homens e profetas cujo fim foi o túmulo. Como Cristãos, podemos nos confortar com o fato de que Deus Se tornou homem, morreu pelos nossos pecados, foi morto e ressuscitou no terceiro dia. O túmulo não podia segurá-lO. Ele vive hoje e se senta à direita do Pai no Céu. A igreja viva tem um Cabeça vivo! Em 1 Coríntios 15, Paulo explica em detalhe a importância da ressurreição de Cristo. Alguns em Corinto não acreditavam na ressurreição dos mortos, e nesse capítulo Paulo lista seis consequências desastrosas se a ressurreição nunca tivesse ocorrido: 1) pregar sobre Cristo seria em vão (v.14); 2) fé em Cristo seria em vão (v.14); 3) todas as testemunhas e pregadores da ressurreição seriam mentirosos (v.15); 4) ninguém poderia ser redimido do pecado (v.17); 5) todos os Cristãos que dormiam teriam perecido (v.18); e 6) Cristãos seriam os mais infelizes de todos os homens (v.19). Mas Cristo realmente ressuscitou dos mortos e é “as primícias dos que dormem” (v.20), assegurando-nos de que vamos segui-lO na ressurreição. A inspirada Palavra de Deus garante a ressurreição do crente na vinda de Cristo para o Seu Corpo (a Igreja) durante o arrebatamento. Tal esperança e segurança são ilustradas em uma grande canção de triunfo que Paulo escreve em 1 Coríntios 15:55: “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” Como é que esses versículos se relacionam com a importância da Ressurreição? Paulo responde: “o vosso trabalho não é vão” (v.58). Ele nos lembra que por sabermos que vamos ser ressuscitados a uma nova vida, podemos sofrer perseguição e perigo pela causa de Cristo (v.29-31), assim como Ele o fez, e assim como milhares de mártires por toda a história, que de bom grado trocaram suas vidas terrenas por vida eterna através da ressurreição. A Ressurreição é a vitória triunfante e gloriosa para todo o crente em Jesus Cristo, pois Ele morreu, foi enterrado e ressuscitou no terceiro dia de acordo com as Escrituras. E Ele voltará! Os mortos em Cristo vão ser ressuscitados, e aqueles que permanecem vivos na Sua vinda vão ser transformados e receber corpos novos e glorificados (1 Tessalonicenses 4:13-18). Por que a ressurreição de Cristo é tão importante? Por ter demonstrado que Deus aceitou o sacrifício de Jesus a nosso favor. Ela prova que Deus tem o poder de nos ressuscitar dos mortos. Ela garante que aqueles que acreditam em Cristo não vão permanecer mortos, mas serão ressuscitados à vida eterna. Essa é a nossa abençoada esperança! Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/ressurreicao-Cristo-importante.html#ixzz3dosWB6sU]

CONCLUSÃO

Sem dúvida uma das maiores notícias, e que foi dada por um anjo, foi que Jesus havia ressuscitado (Lc 24.6). Nos dias de Jesus, a crença na ressurreição dos mortos não era consenso. Os fariseus acreditavam nela, mas os saduceus a rejeitavam, e os gregos a ridicularizavam.  Até mesmo os discípulos de Jesus se mostraram incrédulos e lentos em aceitá-la. Quando ressuscitou dos mortos, o Senhor Jesus se apresentou a seus discípulos com provas incontestáveis a fim de que nenhum deles ficasse com dúvida. A ressurreição de Jesus era uma realidade inconteste para a Igreja Apostólica a ponto de se tornar o principal tema de sua pregação. . [O Rev Hernandes Dias Lopes escreve em seu artigo O impacto da ressurreição de Jesus: “A  ressurreição de Cristo é uma das fraudes mais maldosas da história ou então o fato mais extraordinário”. Isto, diz ele em consequencia de que “A ressurreição de Cristo e o Cristianismo permanecem em pé ou caem juntos. Sem a ressurreição de Cristo, o Cristianismo seria uma religião vazia de esperança, um museu de relíquias do passado”. Quando João 19: 30 diz: “está consumado”, que é a expressão grega tételestai, ele quer dizer quer tudo está pago. Isto representa a salvação para o cristão. Tudo foi comprado no calvário. Abrange cada fase de nossas necessidades e dura de eternidade a eternidade. Inclui a libertação do pecado no presente e a apresentação contra as invasões do pecado no futuro (Jd 1: 24-25; Tt 2: 11-13).]. NaquEle que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8)”.


Francisco Barbosa

Disponível no blog: auxilioebd.blogspot.com.br.



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