quarta-feira, 17 de abril de 2013

LIÇÃO 3 - AS BASES DO CASAMENTO CRISTÃO




VÍDEO I
Pr. Elinaldo Renovato - Comentarista

 


VÍDEO II
Prof. Fábio Segantin 



SUBSÍDIO I
INTRODUÇÃO
 
Conforme temos estudado ao longo das primeiras lições, o casamento cristão está fundamentado na Bíblia, a Palavra de Deus. Na aula de hoje trataremos, especificamente, a respeito das bases que sustentam o casamento. A primeira delas é a graça, o favor imerecido, a disposição de aceitar o outro, com suas diferenças e particularidades. E não com menor importância, o amor que se sacrifica, que não busca apenas os interesses individuais.

1. O CASAMENTO CRISTÃO

Existe muito idealismo em relação ao casamento, até mesmo entre os cristãos, na maioria das vezes isso se concretiza em um romantismo exacerbado, que, ao invés de ajudar, atrapalha a relação conjugal. O casamento cristão é a união de duas pessoas, um homem e uma mulher, que não são perfeitas, por isso, precisam administrar cada situação, principalmente as mais adversas. Não podemos esquecer que existe uma propensão à carnalidade no ser humano, tanto no homem quanto na mulher (Gl. 5.17), por isso, ambos carecem de arrependimento, e sobretudo, das orientações do Senhor Jesus (Lc. 5.31,32). O casamento cristão, que está pautado em Cristo, busca, na Bíblia, e não nos padrões midiáticos, seu alicerce de sustentação (Jo. 14.6). Em Ef. 5, Paulo destaca que Cristo é a referência, não a sociedade, para as atitudes no casamento. As esposas devem submeter-se ao marido, “como ao Senhor” (v. 22). Os maridos, por sua vez, devem amar a esposa “como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (v. 25). Os maridos devem cuidar de sua esposa “como também Cristo o faz com a igreja” (v. 29). Em todas as circunstâncias, devemos considerar que se trata de um mistério, que está diretamente relacionado a Cristo e à igreja (v. 32). É um equívoco da nossa sociedade tentar fundamentar o casamento no sexo e no romantismo. Mesmo na igreja muitos cristãos foram contagiados por essa tendência. Evidentemente o sexo é necessário, e importante dentro do matrimonio (Hb. 13.4), mas não é uma base para o casamento. As pessoas envelhecem, a beleza física se esvai, o fervor sexual arrefece. O romantismo não deve ser desconsiderado, as palavras afáveis contribuem para o crescimento conjugal, mas nem só de romantismo vive o casamento. As pessoas podem perder o bom humor de vez em quando, principalmente nos momentos difíceis, quando filhos adoecem, e as contas chegam à caixa do correio. O casamento cristão é composto por um casal de pessoas pecadoras, uns mais ou menos espirituais, que são desafiados a permanecerem juntas, até que a morte as separe (I Tm. 1.15, 16).

2. SEM GRAÇA, É UMA DESGRAÇA
Diante das adversidades, o casamento precisa de graça, caso contrário, permitam-me o trocadilho, se transformará em uma desgraça. Quanto mais espirituais forem os cônjuges, maior será a propensão de andarem no Espírito, de não satisfazerem as concupiscências da carne (Gl. 5.17). Um casamento centrado apenas no eu, nos interesses individuais de apenas um dos cônjuges, resulta em sofrimento para o outro. Há uma tendência, alimentada pela mídia, de fazer com que as pessoas passem a vida inteira procurando uma alma gêmea. Por causa disso, muitos casamentos se desfazem, pessoas passam a vida inteira na busca pelo príncipe encantado. Essas pessoas que querem encontrar uma alma gêmea põem o foco demasiado em seus desejos, entram nas relações querendo sempre autossatisfação, que resulta em frustração (Tg. 4.1-3). Essa é uma tendência da natureza caída, que fará de tudo para minar o casamento, já que tem o egocentrismo como base. Se essa lei do pecado não for controlado pelo Espírito, a vida conjugal poderá ser arruinada (Rm. 7.21-23). Ao invés de sempre querer julgar o outro, o cristão deve antes olhar para si mesmo (Mt. 7.4,5). Muitos maridos e esposas encontram facilmente defeitos nos seus cônjuges, mas têm dificuldade de fazer o mesmo quando olham para eles mesmos. É bom lembrar que não conhecemos os outros, nem mesmo a nós mesmos em completude, apenas em parte (I Co. 13.12). Por isso, ao invés de julgar o outro, precisamos aprender antes a nos avaliar, isso porque se julgássemos a nós mesmos não seríamos julgados, mas quando somos julgados pelo Senhor, é para não sermos condenados com o mundo (I Co. 11.32). Quando abordado pelo Senhor, Adão quis, imediatamente, colocar a culpa sobre a sua esposa, fugiu da sua responsabilidade pela desobediência (Gn. 3.12). Davi precisou de um Natã para reconhecer o seu pecado e se voltar para o Senhor (II Sm. 12.13). Portanto, o casamento cristão deve basear-se na graça – charis em grego – que é um favor imerecido. Fomos alcançados pela graça e misericórdia de Deus, por isso devemos agir de igual modo em relação ao nosso cônjuge (Lc. 6.36; Tt. 2.11-14). Jesus compadeceu-se das nossas fraquezas, por isso devemos fazer o mesmo (Hb. 4.15), e lembrar que a misericórdia poderá triunfar sobre o julgamento (Tg. 2.13). Para o bem do casamento, todo cristão deve fortificar-se na graça que está em Cristo Jesus (II Tm. 2.1).

3. NÃO SÓ COM PALAVRAS, MAS COM AMOR SACRIFICIAL

A supervalorização do sexo na sociedade contemporânea tem causado muitos males ao casamento. O sexo foi criado por Deus, não apenas para reprodução, mas também para o prazer. O problema é que ele tem sido usado indiscriminadamente, e às vezes, confundido com amor. A expressão “fazer amor” tornou-se sinônima de fazer sexo, ainda que fora dos padrões bíblicos. Deus criou o sexo para a realização dos casais, e este é por ele estimulado (I Co. 7.1-5), mas ninguém deve basear o casamento exclusivamente no sexo. A palavra-chave do casamento, e o seu principal fundamento, é o amor. Isso não diz respeito a qualquer tipo de amor, mas ao agape – o amor sacrificial. Um casamento somente alcançará maturidade quando os cônjuges dependerem menos do eros – o sexo, e mais do agape – o amor desinteressado. É o amor agape que supera as incompatibilidades, pois, definitivamente, o casamento é uma composição de pessoas incompatíveis, ainda que essas possam ser atenuadas se os jovens forem sábios antes da decisão de dizer “sim” (Gn. 24). As imperfeições ficam evidentes antes mesmo da celebração do casamento. Aqueles que dizem “sim” devem estar cientes que precisam fazer concessões. E para ser mais realista, dificilmente as mudanças acontecerão de forma significativa depois do casamento. Por isso, como se costuma dizer aos jovens, “abram bem os olhos antes do casamento, mas feche-os um pouco depois de casados”. Isso porque o casamento é um pacto de sujeição, de disposição para viver não para si mesmo, mas para o outro (Ef. 5.22-25). Jesus é o maior exemplo, tendo em vista que não agradou a Si mesmo (Rm. 15.2,3). O casamento é plano de Deus, e um glorioso ministério, mas o alvo central não é a busca da felicidade. A meta do casamento não é a felicidade, ainda que essa, de uma maneira misteriosa, possa ser encontrada, mesmo na adversidade. O casamento é um ambiente de amor, no qual atitudes de paciência, benignidade, sacrifício, entrega e perdão são manifestas, elementos do fruto do Espírito (Gl. 5.21,22; I Co. 13.4,5). Dizer que se ama não é difícil, e mostrar interesses pelos outros para “fazer amor” também, mas a base cristã para o casamento é o amor-agape, que não se revela apenas em palavras, mas, sobretudo, em obras e em verdade (I Jo. 3.18).

CONCLUSÃO

O casamento cristão é um mistério, tão sublime como a relação entre Cristo e a Igreja, cujo fundamento é a graça e o amor. Como cristãos, não podemos nos deixar influenciar pelos valores que tentam sustentar o casamento, tais como o individualismo romântico e a sexualidade descompromissada. Um casamento genuinamente cristão aceita o cônjuge com as suas diferenças, e está disposto a sacrificar-se pelo outro, assim como Cristo amou e se entregou a Sua Igreja.

REFERÊNCIAS

HARVEY, D. Quando pecadores dizem “sim”. São Paulo: Fiel, 2011.
KELLER, T., KELLER, K. O significado do casamento. São Paulo: Vida Nova, 2012.
 Texto extraído do Blog Subsídio EBD.


SUBSÍDIOS  II
FUGIRÁS DA TENTAÇÃO — ON LINE E DE OUTRAS FORMAS

CORRA DA TENTAÇÃO
 
O Antigo Testamento não é o único que trata do assunto “fugir da tentação sexual”. Em sua primeira carta aos coríntios, Paulo chama nossos corpos de templos do Espírito Santo. Qualquer outro pecado, ele diz, cometemos contra Deus, mas a imoralidade sexual é um pecado tanto contra Deus quanto contra nossos próprios corpos. O povo de Corinto conhecia bem a imoralidade sexual; muitos juntavam-se a ela em vez de fugir dela. Mas Paulo os instruiu a fugir (1 Co 16.18).
 
O apóstolo repetiu essa ordem ao jovem pastor chamado Timóteo. Como a maioria dos jovens, Timóteo lutava com os desejos. Então Paulo instruiu a seu jovem amigo a “fugir das paixões da mocidade” (2 Tm 2.22). Essa instrução reporta-se não apenas a maridos e esposas, mas também àqueles que estão para se casar. A Bíblia ensina que nossos corpos são presentes reservados para nossos futuros cônjuges. Que presente de casamento maravilhoso para se trazer ao seu próprio casamento!

A Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, nunca nos encoraja a tentar enfrentar a tentação sexual. Mas insiste em que saiamos completamente do caminho dela.


TRATE A TENTAÇÃO SEXUAL COMO UMA DOENÇA MORTAL

Imagine que você tenha ouvido a respeito de um surto de uma doença mortal em uma área remota. Apenas profissionais médicos treinados ousaram viajar até a área onde houve o surto, e você ficou sabendo que se contrair a doença provavelmente morrerá. Você também sabe que apenas aqueles que viajam para o local da epidemia estão vulneráveis à doença.

Seria um ato de bravura ou de plena estupidez viajar até a área afetada apenas para provar quão “resistente” à bactéria mortal você é? Nenhuma pessoa em sã consciência se poria em tamanho perigo sem uma boa razão. Mas é exatamente isso que muitos cristãos fazem em relação à tentação sexual.


Antes e depois do casamento, dedicam-se a ela, flertam com ela e entretêm-se com ela - acreditando que no último instante serão capazes de pisar nos freios e evitar a colisão.


Isso não funciona desse jeito. Deus nos conhece. Ele nos criou, então sabe o quanto a tentação sexual pode arrastar seus filhos. É por isso que Ele nos instrui a fugir. Se tratássemos a tentação sexual como uma doença mortal e altamente contagiosa, entenderíamos melhor e obedeceríamos à admoestação da Bíblia a fugir.
Ed Young

Texto extraído da obra “Os Dez Mandamentos do Casamento”, editada pela CPAD
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terça-feira, 9 de abril de 2013

1ª MOBILIZAÇÃO EVANGELÍSTICA

O dia 14 de outubro em Vitória do Mearim é comemorado o Dia Municipal do Evangélico (Lei nº 284/2006). E a IEADEVIM - Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Vitória do Mearim -  aproveitou para realizar a 1ª Mobilização Evangelística (14 de outubro de 2012). Em todos os bairros se ouvia, logo pela manhã, os sons da proclamação do Evangelho. Foram realizados mais de 300 cultos relâmpagos além da Grande Cruzada à noite na Praça em frente à BR-222.

Muitas vidas foram evangelizadas, outras fizeram sua decisão aceitando a Jesus e ainda outras fizeram sua reconciliação com Deus.

Fotos da nossa equipe no bairro Manijituba:

 
1º Culto
 
2º Culto
  
2º Culto

3º Culto

Irmã Raimunda (Nenem) entregando a mensagem
4º Culto
5º Culto - Irmã Creuza pregando a Palavra de Deus

Não me envergonho do Evangelho porque é o poder
de Deus para salvação de todo o que crer.
6º Culto
Irmão Benedito entregando a mensagem do Evangelho

Deus foi louvado em plena via pública

7º Culto - irmão Joelton anunciando o Evangelho de Cristo

Nicole louvando ao Senhor

8º Culto - a irmã Lanucy anunciando o Evangelho de Salvação

Louvores ao nome de Jesus

Fomos recebidos pelo Sr. Carlos para a realização do 8º Culto
na porta da sua casa

9º Culto - irmã Francisca Araujo pregando a Palavra de Deus

10º Culto - grupo louvando a Deus


Pr. João Marcos falando sobre o amor de Deus


11º Culto


A hora da 11ª mensagem

Talia e Nicole louvando ao Senhor

Oração de encerramento do último (12º)
culto do bairro Manijituba

Grande cruzada evangelísca à noite encerrando
as festividades do Dia Municipal do Evangélico

O povo estava na expectativa para ouvir a Palavra de Deus


LIÇÃO 2 - O CASAMENTO BÍBLICO




Vídeo I
Pr. Elinaldo Renovado - Comentarista da Lição

Vídeo II

Prof. Fábio Segantin
SUBSÍDIO I
O CASAMENTO BÍBLICO


INTRODUÇÃO
Diferentes modelos de casamentos são apresentados à sociedade, principalmente na mídia, como alternativos. Mas, de acordo com a Bíblia, a Palavra de Deus, existe apenas um padrão bíblico para o casamento. Na lição de hoje, mostraremos, a princípio, que a Bíblia, a Palavra de Deus, determina como deve ser o casamento, ainda que as culturas modernas, e pós-modernas, queiram impor seus modelos antibíblicos.

1. BÍBLIA, PALAVRA DE DEUS
Um dos objetivos principais daqueles que se opõem ao padrão bíblico para o casamento, é descredenciar a autoridade da Bíblia. Para tanto, afirmam que a Bíblia não passa de um livro humano, e que, por isso, é produto da cultura e de uma época. Por conseguinte, tentam inculcar na sociedade que os valores exarados nas Escrituras não mais se aplicam aos dias atuais. É muito comum ouvir expressões tais como “papel cabe tudo”, ou “a Bíblia é a palavra de homens”. No entanto, uma análise criteriosa da Bíblia mostrará que ela apresenta consistência interna e externa que comprava que se trata de Palavra de Deus, não apenas de homens. A Bíblia não é apenas um livro, mas uma biblioteca – bíblia, plural de livros em grego, composta de 66 livros, sendo 39 do Antigo e 27 do Novo Testamento. Os textos foram escritos por homens, ao longo de 1.500 anos, a divisão em capítulos e versículos foi feita no século XV d. C. A Bíblia, ainda que tenha sido escrita por humanos, não é exclusivamente humano, pois, conforme aponta Pedro, ela foi inspirada por Deus (II Pe. 1.20,21). Paulo assegura que toda a Bíblia, de Gênesis a Apocalipse, é divinamente inspirada, theopneustos em grego, isto é, soprada por Deus (II Tm. 3.16,17). Por conseguinte, ela é proveitosa, é útil para revelar os desígnios de Deus, e principalmente, para sua santificação em Jesus Cristo. Tudo o que foi escrito nas Escrituras tem um propósito, Deus, Aquele que inspirou os autores humanos, assim o fez para a edificação do Seu povo (Rm. 15.4; I Co. 10.11). Por isso a Bíblia deve ser amada e estudada por todos aqueles que professam a fé cristã (I Pe. 3.15; II Tm. 2.15; Is. 34.16; Sl. 119.130). A principal razão para considerar a Bíblia é que o Senhor Jesus lhe conferiu autoridade (Jo. 7.17), tendo em vista que as Escrituras testificam a respeito dEle (Lc. 24.44). Mas é preciso que a Bíblia seja interpretada apropriadamente, atentando para o texto e o contexto, com discernimento espiritual (I Co. 2.14), reconhecendo também nossas limitações (I Co. 13.12).

2. A COSMOVISÃO HUMANA SOBRE O CASAMENTO
O pressuposto daqueles que defendem modelos diferentes de casamento, conforme já apontamos anteriormente, é o de que a Bíblia é um livro meramente cultural, por conseguinte, pode ser questionado. A cultura, de fato, é uma produção humana, e, em sua vertente antropológica, não existem culturas superiores ou inferiores, todas elas são diferentes. A Bíblia também está repleta de aspectos culturais, costumes que variaram de geração para geração. No entanto, há princípios da Bíblia que são supraculturais, isto é, estão para além das culturas locais, e transculturais, podem ser aplicados em todas as culturas, pois a Palavra de Deus é eterna, viva e eficaz (Ml. 3.6; Hb. 4.12). As propostas de casamento, ou contratos que tramitam nas legislações humanas, estão fundamentadas na cosmovisão humanista. O fundamento não é a Bíblia, mas a filosofia pós-moderna, que se sustenta no princípio relativista – não existe verdade, apenas vontade de verdade. Os defensores do casamento poligâmico, homossexual e dissolúvel não têm compromisso com a verdade bíblica, justamente porque não acreditam que ela seja a verdade. Os países que adotaram modelos alternativos, diferenciados da Bíblia, para o casamento, são aqueles que podem ser categorizados como pós-cristãos. O Brasil ainda é considerado um dos principais países cristãos do mundo, mesmo que muitos dos que são contabilizados como cristãos não passam de nominais. Por isso, mesmo aqueles que se dizem cristãos, por desconhecerem a Bíblia, apoiam projetos e propostas legislativas para o casamento que nada têm de bíblicas. Aqueles que professam a fé em Cristo, e que são verdadeiramente cristãos, por conhecerem as Escrituras, que não podem se afastar dos padrões bíblicos para o casamento.

3. O CASAMENTO BÍBLICO
O princípio fundamental do casamento bíblico é o de que Deus, e não os homens, o ordenou, portanto o casamento não é uma opção, mas uma orientação divina. A primeira cerimônia de casamento foi realizada pelo próprio Deus no Jardim do Éden (Gn. 1.28), tornado homem e mulher, uma só carne (Gn. 2.24). A união do primeiro homem e mulher no Éden reafirma o modelo bíblico para o casamento: monogâmico, heterossexual e indissolúvel. A natureza pecaminosa, carnal, impulsionou os primeiros homens à bigamia e poligamia (Gn. 4.18; 5.25), que resultou em invejas e intrigas (I Sm. 1.4-8). Os patriarcas, que optaram pela poligamia, pagaram um custo alto pela decisão (Gn. 29.21-23; 28-31; 30.1-10), bem como os reis de Israel (I Rs. 11.4.7-9). No Novo Testamento, tanto Jesus quanto Paulo foram contundentes  quanto à proibição da poligamia (Mt. 19.3-6; I Co. 7.1,2), não permitindo que essa fosse uma prática comuns entre os cristãos, especialmente entre aqueles que atuam no ministério pastoral (I Tm. 3.2,12). A heterossexualidade é outro aspecto do casamento cristão, já que Deus criou “macho e fêmea” (Gn. 1.26; 2.24). Na religião judaica, o homossexualismo deveria ser punido com a morte, sendo este considerado uma abominação aos olhos de Deus (Lv. 18.22). Não há brecha para a prática homossexual no contexto cristão, sendo essa reprovada pelo apóstolo Paulo (Rm. 1.26). Mas isso não deve ser motivo para homofobia, não podemos esquecer que Jesus ama a todos, inclusive aos homossexuais, por isso, devemos orar por eles, e conduzi-los à verdade, que é Cristo. Não podemos esquecer que todos pecaram (Rm. 3.23), não apenas os homossexuais, e que o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna (Rm. 6.23). O casamento cristão deve ser indissolúvel, portanto, não separe o homem o que Deus ajuntou (Mt. 19.6). Leis e mais leis estão sendo criadas pelas autoridade a fim de favorecer o divórcio, mas os cristãos seguem o princípio bíblico para o casamento, por isso, independentemente das leis humanos, optam por obedecer antes a Deus do que aos homens (At. 5.29).

CONCLUSÃO
Vivemos em uma cultura pós-moderna, e pós-cristã, que nega o Absoluto, e defende o relativismo. Diante desse contexto, nós, os cristãos, precisamos nos fundamentar na doutrina bíblica. No que tange ao casamento, o modelo bíblico é o monogâmico, heterossexual e indissolúvel. Não podemos, enquanto cristãos comprometidos com a Palavra, fazer concessões. Os modelos humanistas, que estão sendo admitidos na sociedade contemporânea, têm fundamentação na filosofia, não na Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

BIBLIOGRAFIA
ADAMS, J. E. A vida cristã no lar. São Paulo: Fiel, 2011.
KOSTENBERGER, A. J. JONES, D. J. Deus, Casamento e Família: reconstruindo o fundamento bíblico. São Paulo: Vida Nova, 2011


Prof. José Roberto A. Barbosa
Twitter: @subsidioEBD




SUBSÍDIO II

O matrimônio é um passo importante na vida de todos. Não é por acaso que existe um grande número de livros abordando o assunto. E o principal conteúdo que se dedica ao tema é a Bíblia, a Palavra de Deus. Há quem afirme que existem mais de quinhentas referências nas páginas do Antigo e Novo Testamento referindo-se ao casamento. 

O casamento aos moldes bíblicos vai muito além da união emocional e da junção de corpos, é um compromisso moral e legal, que transcende à esfera espiritual. Para compreender o quanto é significativo aos cristãos a tradição do casamento, é necessário investir algum tempo em estudo bíblico. Por desinteresse em saber qual é a vontade divina para o homem e a mulher é que há nos dias atuais na sociedade pós-moderna tantos casos de infidelidade conjugal, desentendimentos dentro de lares e um grande número de divórcios. A falta de conhecimento da Palavra de Deus leva o povo à destruição (Oséias 4.6; 1 Coríntios 7.3-5). 

Um príncipe encantado para a princesa

O noivo próximo ao altar. O templo decorado de maneira impecável especialmente para a cerimônia. A entrada de uma bela garotinha, a caminhar sobre um tapete vermelho no corredor central, segurando delicadamente com luvas brancas um vaso de pétalas onde está o par de alianças, causam a admiração dos convidados; a marcha nupcial e a noiva ao entrar com um lindo vestido branco acompanhada de seu pai vestido com roupa de gala causam admiração ainda maior de todos. Os nubentes ouvem o pastor falar sobre o que representa a união matrimonial, estimula os dois a trocarem juras de fidelidade e amor eterno um ao outro, solicita que coloquem anéis na mão esquerda um do outro, a beijarem-se, e depois permite que saiam com braços entrelaçados pelo corredor da igreja, enquanto todos os olhares e flashes de câmeras fotográficas e câmeras de filmagem estão sobre eles. Esta é a cena que nove entre dez jovens garotas sonham viver um dia, e acreditam que após vivenciá-las serão feliz para sempre.

Mas será que apenas esse evento representa o casamento como Deus idealizou? A Bíblia não apresenta padrão ou ordem cerimonial específica referente ao casamento, mas sem dúvida toda pompa e circunstância cerimonial lembra o grau de importância que é a união de um homem com uma mulher aos olhos do Criador de todas as coisas. Porém, há muito mais que isso.

O principal objetivo da cerimônia de casamento deve ser deixar claro aos convidados presentes, e indiretamente para todas as pessoas ausentes, que os noivos estão compromissados mais seriamente um com o outro, realizaram um pacto solene diante de Deus de união a dois por toda a vida e em todas as circunstâncias. É um importantíssimo testemunho cristão para a sociedade secular. Se houver no coração dos noivos mais do que a mera afiliação religiosa, houver compromisso real com Deus, então, com certeza a aliança de ambos será também na esfera espiritual e Deus os manterá em nível de sucesso conjugal, bem distantes das taxas de infelicidade e divórcio que tem sido uma constante entre casais seculares. A genuína fé em Cristo salva o cristão de sofrer muitos males (Mateus 6.13; Hebreus 13.4).

Projeto: felicidade a dois 

Gênesis 2.18, 21-24 é uma das mais importantes referências-chave sobre o matrimônio aos moldes bíblicos, aliás é a descrição do primeiro casamento. Neste texto vemos que o casamento tem a ver com intimidade e companheirismo mútuo. O trecho revela que o Criador observou Adão solitário e constatou que a solidão não era boa para ele, então providenciou uma companhia idônea, que veio a ser Eva, feita por Deus a partir da costela do homem enquanto este dormia em sono profundo. Neste relato sobre a união matrimonial, o Senhor apresentou as diretrizes à felicidade ao determinar que o marido e a esposa vivessem juntos, um em função do outro, e que tal relação se mantivesse independente da relação de seus pais.

Felicidade e santidade 

A Bíblia dá a definição com clareza daquilo que deve ser incluído na vida a dois. Deus criou o casamento porque, entre outros motivos, a união conjugal é um instrumento para manter o homem e a mulher em santificação, mantê-los separados da imoralidade sexual que há no mundo.

Salvo um lápso de memória, todas as vezes que li sobre casamento, sempre encontrei em 1 Coríntios 7.27 ("Estás ligado à mulher? Não busques separar-te. Estás livre de mulher? Não busques mulher.") uma interpretação que nos leva para a questão de celibato ser melhor do que estar casado. Mas, "não procurar mulher" neste trecho, considerando como contexto os versículos 1 ao 7 do mesmo capítulo, também poderia ser uma recomendação para não praticar sexo fora do laço matrimonial, pois a ação é pecado de fornicação, prostituição, isto é, tal junção carnal aos olhos de Deus é ato imoral.

A incontinência da mulher samaritana
  
Junto ao poço de Jacó, Jesus Cristo dialogou em particular com uma mulher, e revelou o seu parecer sobre a importância da instituição casamento. De acordo com a fé judaica, não bastava que um homem convivesse com uma mulher em união sexual para que eles fossem considerados esposo e esposa. E tal conceito se estende ao cristianismo. O respeito ao casamento do próximo deve ser praticado: Romanos 13.9; 1 Corintios 6.10; Apocalipse 21.8. 

"Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade." -  João 4.16-18.  

Relacionamento conjugal

O marido que é verdadeiramente discípulo de Cristo, permanece na Palavra, reconhece sem resistência que precisa ser acompanhado por toda a vida pela esposa - descrita por Deus como mulher idônea. Aceita a informação bíblica, sem problema de orgulho, que ela é a pessoa eleita pelo Criador para ser a sua ajudadora, pois não tem competência para viver desacompanhado. Convive com ela como a única parceira íntima. Ele sabe que o homem que encontra uma mulher que o ama alcançou o favor divino. Vide: João 8.31; Gênesis 2.18; Provérbios 18.20.

A relação do homem com a mulher ilustra a relação entre Cristo e a Igreja. A esposa foi criada para ser amada pelo marido. O marido deve praticar o grande amor que Cristo praticou em favor da Igreja, quando deu sua vida em favor dela. Ao marido está ordenado que ame sua esposa no estilo do amor mais profundo que é o amor sacrificial, de proteção com a própria vida. Deus ordena ao homem que dê para a companheira um abraço de total segurança. A mulher sábia valoriza a proteção do marido, reconhece que seu esposo é servo do Senhor neste detalhe de proteção, apenas as tolas são capazes de destruir um casamento em que é querida por um esposo tão amoroso (Efésios 5.23-32; Provérbios 14.1).

Quando, com amor sacrificial, o marido mantém sua atenção para a mulher e ela reconhece isso e se submete ao marido conforme as Escrituras Sagradas recomendam, então, o resultado é uma relação em santidade e, além disso, com muita felicidade.

As Escrituras Sagradas projetam o plano divino do casamento de maneira muito expandida, podemos dizer que é uma proposta poética do Criador para suas criaturas.

Blog Verdade Profética



Festa na abertura da 41a Assembleia Geral Ordinária

Cerca de 12 mil pessoas adoraram a Deus no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, em Brasília (DF), durante o culto de abertura da 41a Assembleia Geral Ordinária da Convenção geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB). Destaque para o cerimonial de abertura, com os Dragões da Independência empunhando as bandeiras das 27 unidades da Federação, do Brasil, das Assembleias de Deus, da CGADB e da CPAD, ao som da Banda da Polícia do Exército de Brasília. Os milhares de assembleianos presentes louvaram a Deus na ocasião ao som do hino 144 da Harpa Cristã, que é o hino oficial da denominação.

Pastores de todo o país e autoridades civis se fizeram presentes, dentre eles o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, que trouxe uma palavra de saudação aos presentes. O prefeito distrital e a senadora Marina Silva, além de parlamentares assembleianos também marcaram presença.

No louvor, a União de Mocidade da Assembleia de Deus em Brasília, que enlevou o público em adoração com grande fervor pentecostal, e os cantores da CPAD Music, Victorino Silva e Lília Paz. O Grupo Gileade acompanhou Victorino Silva em seu hino Santo.

O preletor do culto de abertura foi o pastor José Wellington Bezerra da Costa, que saudou os pastores de todo país e as autoridades presentes, e destacou a mensagem pentecostal. "O crente pentecostal deixa um rastrod e azeite por onde passa. Que essa unção seja um marco feliz aqui, em Brasília", afirmou o líder da CGADB. Mais de 13 mil pessoas assistiram ao culto transmitido ao vivo pelo CPADNews. Amanhã, o culto à noite também será transmitido pelo CPADNews.

Lembrando ainda que tudo sobre as plenárias pode ser conferido no hotsite do CPADNews de cobertura em tempo real de AGO.

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Para assitir ao vivo acesse: http://www.cpadnews.com.br/41ago

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Programa da 41ª AGO DA CGADB EM BRASÍLIA-DF


CGADB - Brasília/2013 - Programa da 41a. AGO - 08 a 12.04.2013


 
 

Programa da 41ª AGO DA CGADB EM BRASÍLIA-DF

Número final de ministros inscritos de todo o país é de mais de 24 mil

Mais de 24 mil ministros estão inscritos para participar da 41ª Assembleia Geral da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que será realizada em Brasília de 8 a 12 de abril. Esta já é, como adiantamos na edição passada do MP, a maior edição da história da CGADB em números. Esse montante de inscritos representa cerca de 40% de todos os membros ativos da CGADB.

As reuniões da 41ª AGO ocorrerão no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Sarah Kubitschek, considerado o maior parque urbano do mundo, superando, inclusive, o Central Park, de Nova Iorque. Fundado em 11 de outubro de 1978, ele é chamado pela população de “Pulmão de Brasília”. O Parque da Cidade tem 4,2 milhões de metros quadrados, o equivalente a 420 hectares, e o seu Pavilhão de Exposições é considerado o terceiro maior pavilhão coberto do país, com 55 mil metros quadrados.

As reuniões convencionais durante o dia serão no Pavilhão, mas os cultos à noite durante a 41ª AGO, diferentemente do que divulgamos na edição passada, serão realizados no Centro de Convenções Ulisses Guimarães, onde também serão realizadas durante o dia as reuniões da União de Esposas de Ministros das ADs no Brasil (Unemad).

PROGRAMAÇÃO

A programação do evento já está definida, bem como os preletores dos cultos à noite e dos devocionais durante o dia nas plenárias convencionais.

Na noite de abertura, dia 8 de abril, o pregador será o pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da CGADB, que ministrará sob o tema “O Espírito Santo Glorificando a Cristo”.

Na manhã e tarde do dia 9 de abril, os preletores dos devocionais que antecedem as plenárias convencionais serão os pastores Roberto José dos Santos (PE), líder da Convenção das ADs do Ministério de Abreu e Lima, que ministrará sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Santificação”, e Ubiratan Batista Job (RS), líder da Convenção das ADs no Rio Grande do Sul, que discorrerá sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Salvação do Pecador”. À noite, o preletor será o pastor Leidir Aparecido Ribeiro (MS), com o tema “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Unidade do Corpo de Cristo”.

Na manhã e tarde do dia 10 de abril, os preletores dos devocionais serão os pastores José Antônio dos Santos (AL), líder da Convenção da AD em Alagoas, que ministrará sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo no Arrebatamento da Igreja”, e Anísio do Nascimento (RJ), secretário-executivo da Secretaria Nacional de Missões (Senami) da CGADB, que falará sobre “O Espírito Santo Glorificando a Cristo na Obra Missionária”. À noite, o preletor será o pastor Josué Brandão (BA), com o tema “O Espírito Santo Glorificando a Cristo Através dos Dons Espirituais”.

No dia 11, não haverá preleções nem pela manhã e a tarde, nem à noite, pois o dia inteiro será dedicado à eleição da Mesa Diretora e Conselho Fiscal da CGADB, e à apuração dos votos.

No dia 12 de abril, pela manhã, também não haverá preleção, mas apenas a sessão de encerramento, com posse dos eleitos.

Fonte: Jornal Mensageiro da Paz - via Semeando Boas Novas
Extraído do Blog:
Extraído do Blog: http://pointrhema.blogspot.com.br